São Paulo · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Pirapozinho - SP: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Pirapozinho, São Paulo.

  • aquífero poroso
  • grupo bauru
  • 45poços cadastrados
  • 204,7 mprofundidade média
  • 222 mprofundidade mediana
  • 58 mnível estático médio

Como são os poços em Pirapozinho - SP?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 45 poços em Pirapozinho - SP. A profundidade média é de 204,7 m e a mediana, 222 m, medida em 45 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 58 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Bauru. No Censo 2022, 401 dos 9.237 domicílios do município — 4,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
45
Profundidade média
204,7 m
Profundidade mediana
222 m
Nível estático médio
58 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Grupo Bauru
Ante a média do estado
48,7 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m)
População (Censo 2022)
25.348 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
401 (4,3%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 45 poços em Pirapozinho, com profundidade média de 204,7 m (mediana de 222 m, variando de 100 m a 280 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Bauru, presente em 78% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Pirapozinho é 48,7 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m).

Números do cadastro em Pirapozinho

Poços cadastrados em Pirapozinho - SP
Poços no cadastro nacional45 poços
Profundidade média204,7 m 45 poços com o dado
Profundidade mediana222 m
Faixa de profundidade100 m a 280 m
Nível estático médio58 m 30 poços com o dado
Nível dinâmico médio124,2 m 30 poços com o dado
Vazão específica média0,5 m³/h por metro 30 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 97% dos registros
Rocha predominanteGrupo Bauru 78% dos registros
Uso mais comumAbastecimento industrial 20 poços
Década com mais perfuraçõesanos 1980 16 poços
Poços com teste de vazão45 de 45
Distribuição das profundidades em Pirapozinho 100 m mínimo 222 m mediana 280 m máximo
Metade dos poços fica entre 150 m e 260,5 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Pirapozinho por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 1 · 2% 100-150 m 11 · 24% 150-200 m 9 · 20% acima de 200 m 24 · 53%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Pirapozinho 2 1950 4 1970 16 1980 4 1990 10 2000 7 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Pirapozinho. Valores em poços. Abastecimento industrial 20 · 61% Outros (lazer,etc.) 7 · 21% Abastecimento urbano 3 · 9% Abastecimento doméstico 3 · 9%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 31 poços
  • Fissural — 1 poço

Formações geológicas atravessadas

  • Grupo Bauru — 31 poços
  • Formação Serra Geral — 9 poços

O território e o subsolo de Pirapozinho

Pirapozinho tem 25.348 habitantes distribuídos em 477,7 km², o que dá 53,1 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Presidente Prudente.

No Censo 2022, 401 dos 9.237 domicílios de Pirapozinho — 4,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 373 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 365 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Pirapozinho, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.

São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Pirapozinho

Com base em 535 poços cadastrados num raio de 30 km de Pirapozinho - SP, 80% deles foram concluídos entre 78 m e 250 m, com profundidade mediana de 144 m. A vazão mediana calculada é de 10,0 m³/h (metade dos poços entre 4,1 m³/h e 22,8 m³/h), sobre 279 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 42 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (98% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Pirapozinho se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 535 poços no raio, contra 45 poços dentro do município.

144 mprofundidade mediana
10,0 m³/hvazão mediana calculada
42 mnível estático mediano
18,9poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 279 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Pirapozinho: 61/100

61 de 100

Confiança: amostra alta535 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 74peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 73peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 69peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 9peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 19peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Pirapozinho costumam descer

  • até 50 m 4%20
  • 50 a 100 m 24%125
  • 100 a 150 m 30%159
  • acima de 150 m 42%218

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • até 50 m5 poços Grupo Bauru 5
  • 50 a 100 m80 poços Grupo Bauru 80
  • 100 a 150 m102 poços Grupo Bauru 102
  • acima de 150 m161 poços Grupo Bauru 158 · Formação Vale do Rio do Peixe 1 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 1

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Pirapozinho?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Pirapozinho.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.