Poços artesianos em Olímpia - SP: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Olímpia, São Paulo.
- 198 poços cadastrados
- média de 164,7 m
- aquífero poroso
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 198 poços em Olímpia, com profundidade média de 164,7 m (mediana de 87 m, variando de 28 m a 2.568,4 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Bauru, presente em 65% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Olímpia é 8,7 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m).
Números do cadastro em Olímpia
| Poços no cadastro nacional | 198 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 164,7 m 187 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 87 m |
| Faixa de profundidade | 28 m a 2.568,4 m |
| Nível estático médio | 26,8 m 99 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 59,5 m 98 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,9 m³/h por metro 90 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 77% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Bauru 65% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento industrial 48 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 76 poços |
| Poços com teste de vazão | 198 de 198 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 83 poços
- Fissural — 25 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Bauru — 102 poços
- Formação Serra Geral — 44 poços
- Formação Botucatu — 4 poços
- Grupo Passa Dois — 2 poços
- Grupo Tubarão — 2 poços
- Pré-Cambriano Indiviso — 2 poços
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Olímpia?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Olímpia.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.