São Paulo · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Gabriel Monteiro - SP: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Gabriel Monteiro, São Paulo.

  • aquífero poroso
  • grupo bauru
  • 5poços cadastrados
  • 148,6 mprofundidade média
  • 148 mprofundidade mediana
  • 25,9 mnível estático médio

Como são os poços em Gabriel Monteiro - SP?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 5 poços em Gabriel Monteiro - SP. A profundidade média é de 148,6 m e a mediana, 148 m, medida em 5 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 25,9 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Bauru. No Censo 2022, 122 dos 1.071 domicílios do município — 11,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
5
Profundidade média
148,6 m
Profundidade mediana
148 m
Nível estático médio
25,9 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Grupo Bauru
Ante a média do estado
7,4 m mais raso que a média de São Paulo (156 m)
População (Censo 2022)
2.763 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
122 (11,4%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Amostra pequena: 5 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 5 poços em Gabriel Monteiro, com profundidade média de 148,6 m (mediana de 148 m, variando de 26 m a 289 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Bauru, presente em 75% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Gabriel Monteiro é 7,4 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).

Números do cadastro em Gabriel Monteiro

Poços cadastrados em Gabriel Monteiro - SP
Poços no cadastro nacional5 poços
Profundidade média148,6 m 5 poços com o dado
Profundidade mediana148 m
Faixa de profundidade26 m a 289 m
Nível estático médio25,9 m 3 poços com o dado
Nível dinâmico médio105,8 m 3 poços com o dado
Vazão específica média0,1 m³/h por metro 3 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteGrupo Bauru 75% dos registros
Uso mais comumAbastecimento urbano 3 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 2 poços
Poços com teste de vazão5 de 5
Distribuição das profundidades em Gabriel Monteiro 26 m mínimo 148 m mediana 289 m máximo
Metade dos poços fica entre 100 m e 180 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Gabriel Monteiro por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 1 · 20% 50-100 m 1 · 20% 100-150 m 1 · 20% 150-200 m 1 · 20% acima de 200 m 1 · 20%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Gabriel Monteiro 1 1970 2 2000 1 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Gabriel Monteiro. Valores em poços. Abastecimento urbano 3 · 75% Outros (lazer,etc.) 1 · 25%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 3 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Grupo Bauru — 3 poços
  • Formação Serra Geral — 1 poço

O território e o subsolo de Gabriel Monteiro

Gabriel Monteiro tem 2.763 habitantes distribuídos em 138,7 km², o que dá 19,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Birigui - Penápolis, na região intermediária de Araçatuba.

No Censo 2022, 122 dos 1.071 domicílios de Gabriel Monteiro — 11,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 121 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 119 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Gabriel Monteiro

Com base em 138 poços cadastrados num raio de 30 km de Gabriel Monteiro - SP, 80% deles foram concluídos entre 81 m e 224 m, com profundidade mediana de 131 m. A vazão mediana calculada é de 10,2 m³/h (metade dos poços entre 5,7 m³/h e 17,7 m³/h), sobre 66 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 25 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (80% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Gabriel Monteiro se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 138 poços no raio, contra 5 poços dentro do município.

131 mprofundidade mediana
10,2 m³/hvazão mediana calculada
25 mnível estático mediano
4,9poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 66 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Gabriel Monteiro: 60/100

60 de 100

Confiança: amostra alta138 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 77peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 34peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 68peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 14peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 70peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Gabriel Monteiro costumam descer

  • até 50 m 3%4
  • 50 a 100 m 21%27
  • 100 a 150 m 48%62
  • acima de 150 m 28%37

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • até 50 m3 poços Grupo Bauru 2 · Formação Vale do Rio do Peixe 1
  • 50 a 100 m15 poços Grupo Bauru 14 · Grupo Caiuá 1
  • 100 a 150 m44 poços Grupo Bauru 44
  • acima de 150 m27 poços Grupo Bauru 24 · Formação Serra Geral 2 · Formação Vale do Rio do Peixe 1

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Gabriel Monteiro?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Gabriel Monteiro.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.