Poços artesianos em Borá - SP: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Borá, São Paulo.

  • 5 poços cadastrados
  • média de 158,3 m
  • aquífero poroso

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 5 poços em Borá, com profundidade média de 158,3 m (mediana de 188 m, variando de 84 m a 222 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Vale do Rio do Peixe, presente em 100% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Borá é praticamente igual à média de São Paulo (156 m).

Números do cadastro em Borá

Poços cadastrados em Borá - SP
Poços no cadastro nacional5 poços
Profundidade média158,3 m 4 poços com o dado
Profundidade mediana188 m
Faixa de profundidade84 m a 222 m
Nível estático médio54 m 3 poços com o dado
Nível dinâmico médio87,2 m 3 poços com o dado
Vazão específica média1,7 m³/h por metro 3 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Vale do Rio do Peixe 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento industrial 4 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 4 poços
Poços com teste de vazão5 de 5
Distribuição das profundidades em Borá 84 m mínimo 188 m mediana 222 m máximo
Metade dos poços fica entre 139,1 m e 222 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Borá por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 1 · 25% 100-150 m 1 · 25% 150-200 m 1 · 25% acima de 200 m 1 · 25%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Borá. Valores em poços. Abastecimento industrial 4 · 80% Abastecimento doméstico 1 · 20%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 4 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Vale do Rio do Peixe — 3 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Borá?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Borá.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.