Rio Grande do Sul · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Chuí - RS: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Chuí, Rio Grande do Sul.
- aquífero poroso
- depósitos litorâneos
- 23poços cadastrados
- 45,5 mprofundidade média
- 40 mprofundidade mediana
- 10,7 mnível estático médio
Como são os poços em Chuí - RS?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 23 poços em Chuí - RS. A profundidade média é de 45,5 m e a mediana, 40 m, medida em 23 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 10,7 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Depósitos Litorâneos. No Censo 2022, 100 dos 2.385 domicílios do município — 4,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 23
- Profundidade média
- 45,5 m
- Profundidade mediana
- 40 m
- Nível estático médio
- 10,7 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Depósitos Litorâneos
- Ante a média do estado
- 69,4 m mais raso que a média de Rio Grande do Sul (114,9 m)
- População (Censo 2022)
- 6.262 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 100 (4,2%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 23 poços em Chuí, com profundidade média de 45,5 m (mediana de 40 m, variando de 24 m a 101 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Depósitos Litorâneos, presente em 100% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Chuí é 69,4 m mais raso que a média de Rio Grande do Sul (114,9 m).
Números do cadastro em Chuí
| Poços no cadastro nacional | 23 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 45,5 m 23 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 40 m |
| Faixa de profundidade | 24 m a 101 m |
| Nível estático médio | 10,7 m 22 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 21,6 m 22 poços com o dado |
| Vazão específica média | 3,5 m³/h por metro 22 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Depósitos Litorâneos 100% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento urbano 8 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1980 8 poços |
| Poços com teste de vazão | 23 de 23 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 20 poços
Formações geológicas atravessadas
- Depósitos Litorâneos — 20 poços
O território e o subsolo de Chuí
Chuí tem 6.262 habitantes distribuídos em 202,4 km², o que dá 30,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Pelotas.
No Censo 2022, 100 dos 2.385 domicílios de Chuí — 4,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 87 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 95 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Chuí, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.
O Rio Grande do Sul tem os basaltos da Serra Geral no norte, os arenitos do Guarani e das formações Rio Bonito e Botucatu no centro, o aquífero costeiro no litoral e o escudo ao sul. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Costeiro, Escudo Sul-rio-grandense. Em basalto a vazão depende de fratura e de contato de derrame; no litoral, areia inconsolidada exige filtro; no escudo, poço fissural.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Chuí
Com base em 83 poços cadastrados num raio de 30 km de Chuí - RS, 80% deles foram concluídos entre 20 m e 96 m, com profundidade mediana de 39 m. A vazão mediana calculada é de 23,4 m³/h (metade dos poços entre 10,0 m³/h e 39,9 m³/h), sobre 73 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 8 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Chuí se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 83 poços no raio, contra 23 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 73 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Chuí: 73/100
Confiança: amostra alta83 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 98peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 23peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 67peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 96peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 60peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Chuí costumam descer
- até 50 m 73%61
- 50 a 100 m 17%14
- 100 a 150 m 10%8
- acima de 150 m 0%0
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Depósitos Litorâneos | 25,6 m³/h | 39 m | 7065 com teste |
| Depósitos Eólicos Litorâneos | 1,2 m³/h | 20 m | 55 com teste |
| Depósitos Marinhos e Continentais Costeiros | 11,7 m³/h | 87 m | 31 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m58 poços Depósitos Litorâneos 53 · Depósitos Eólicos Litorâneos 4 · Depósitos Marinhos e Continentais Costeiros 1
- 50 a 100 m13 poços Depósitos Litorâneos 12 · Depósitos Marinhos e Continentais Costeiros 1
- 100 a 150 m8 poços Depósitos Litorâneos 5 · Depósitos Marinhos e Continentais Costeiros 1 · Quaternário 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Chuí?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Chuí.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Chuí
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
Municípios de Rio Grande do Sul com profundidade parecida
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.