Goiás · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Perolândia - GO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Perolândia, Goiás.

  • aquífero fissural
  • formação aquidauana
  • 6poços cadastrados
  • 73,3 mprofundidade média
  • 100 mprofundidade mediana
  • 15 mnível estático médio

Como são os poços em Perolândia - GO?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 6 poços em Perolândia - GO. A profundidade média é de 73,3 m e a mediana, 100 m, medida em 6 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 15 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Formação Aquidauana. No Censo 2022, 151 dos 1.057 domicílios do município — 14,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
6
Profundidade média
73,3 m
Profundidade mediana
100 m
Nível estático médio
15 m
Aquífero predominante
Fissural
Rocha predominante
Formação Aquidauana
Ante a média do estado
26,6 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m)
População (Censo 2022)
2.964 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
151 (14,3%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Amostra pequena: 6 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 6 poços em Perolândia, com profundidade média de 73,3 m (mediana de 100 m, variando de 20 m a 150 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Aquidauana, presente em 100% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Perolândia é 26,6 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m).

Números do cadastro em Perolândia

Poços cadastrados em Perolândia - GO
Poços no cadastro nacional6 poços
Profundidade média73,3 m 6 poços com o dado
Profundidade mediana100 m
Faixa de profundidade20 m a 150 m
Nível estático médio15 m 3 poços com o dado
Nível dinâmico médio51,9 m 3 poços com o dado
Vazão específica média0,3 m³/h por metro 3 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Aquidauana 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento doméstico 3 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2010 6 poços
Poços com teste de vazão6 de 6
Distribuição das profundidades em Perolândia 20 m mínimo 100 m mediana 150 m máximo
Metade dos poços fica entre 25 m e 100 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Perolândia por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 3 · 50% 50-100 m 2 · 33% 100-150 m 1 · 17%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Perolândia. Valores em poços. Abastecimento doméstico 3 · 50% Abastecimento múltiplo 2 · 33% Abastecimento industrial 1 · 17%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 1 poço

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Aquidauana — 1 poço

O território e o subsolo de Perolândia

Perolândia tem 2.964 habitantes distribuídos em 1.033,7 km², o que dá 2,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Jataí-Mineiros, na região intermediária de Rio Verde.

No Censo 2022, 151 dos 1.057 domicílios de Perolândia — 14,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 136 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 53 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

Goiás combina metassedimentos e cristalino na maior parte do estado com a borda da Bacia do Paraná ao sudoeste e calcários do Bambuí ao nordeste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Grupo Bambuí, Formação Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani (borda), Grupo Araxá. Fissural na maior parte, com a exceção do sudoeste, onde arenito e basalto mudam completamente o projeto do poço.

Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.

O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Perolândia

Com base em 8 poços cadastrados num raio de 30 km de Perolândia - GO, 80% deles foram concluídos entre 24 m e 150 m, com profundidade mediana de 100 m. A vazão mediana calculada é de 6,3 m³/h (metade dos poços entre 4,4 m³/h e 7,2 m³/h), sobre 5 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 19 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (50% dos registros com o dado).

São poucos poços cadastrados neste entorno (8 poços). Os números abaixo valem como indício da região, não como retrato do subsolo — e a diferença entre dois terrenos vizinhos, em aquífero fissural, pode ser maior que a diferença entre dois municípios.

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Perolândia se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 8 poços no raio, contra 6 poços dentro do município.

100 mprofundidade mediana
6,3 m³/hvazão mediana calculada
19 mnível estático mediano
0,3poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 5 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Perolândia: 42/100

42 de 100

Confiança: amostra baixa8 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 41peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 1peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 54peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 50peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 99peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Perolândia costumam descer

  • até 50 m 38%3
  • 50 a 100 m 38%3
  • 100 a 150 m 25%2
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Perolândia?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Perolândia.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.