Goiás · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Panamá - GO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Panamá, Goiás.

  • aquífero fissural
  • formação serra geral
  • 5poços cadastrados
  • 163,2 mprofundidade média
  • 168 mprofundidade mediana
  • 57 mnível estático médio

Como são os poços em Panamá - GO?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 5 poços em Panamá - GO. A profundidade média é de 163,2 m e a mediana, 168 m, medida em 5 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 57 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Formação Serra Geral. No Censo 2022, 166 dos 995 domicílios do município — 16,7% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
5
Profundidade média
163,2 m
Profundidade mediana
168 m
Nível estático médio
57 m
Aquífero predominante
Fissural
Rocha predominante
Formação Serra Geral
Ante a média do estado
63,3 m mais fundo que a média de Goiás (99,9 m)
População (Censo 2022)
2.455 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
166 (16,7%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Amostra pequena: 5 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 5 poços em Panamá, com profundidade média de 163,2 m (mediana de 168 m, variando de 28 m a 228 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Serra Geral, presente em 100% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Panamá é 63,3 m mais fundo que a média de Goiás (99,9 m).

Números do cadastro em Panamá

Poços cadastrados em Panamá - GO
Poços no cadastro nacional5 poços
Profundidade média163,2 m 5 poços com o dado
Profundidade mediana168 m
Faixa de profundidade28 m a 228 m
Nível estático médio57 m 4 poços com o dado
Nível dinâmico médio91,9 m 4 poços com o dado
Vazão específica média0,3 m³/h por metro 4 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Serra Geral 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento urbano 2 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2010 4 poços
Poços com teste de vazão5 de 5
Distribuição das profundidades em Panamá 28 m mínimo 168 m mediana 228 m máximo
Metade dos poços fica entre 164 m e 228 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Panamá por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 1 · 20% 150-200 m 2 · 40% acima de 200 m 2 · 40%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Panamá 1 2000 4 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Panamá. Valores em poços. Abastecimento urbano 2 · 40% Abastecimento múltiplo 1 · 20% Abastecimento doméstico 1 · 20% Abastecimento doméstico/animal 1 · 20%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 4 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Serra Geral — 4 poços

O território e o subsolo de Panamá

Panamá tem 2.455 habitantes distribuídos em 432,2 km², o que dá 5,7 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Itumbiara.

No Censo 2022, 166 dos 995 domicílios de Panamá — 16,7% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 71 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 220 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

Goiás combina metassedimentos e cristalino na maior parte do estado com a borda da Bacia do Paraná ao sudoeste e calcários do Bambuí ao nordeste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Grupo Bambuí, Formação Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani (borda), Grupo Araxá. Fissural na maior parte, com a exceção do sudoeste, onde arenito e basalto mudam completamente o projeto do poço.

Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.

O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Panamá

Com base em 160 poços cadastrados num raio de 30 km de Panamá - GO, 80% deles foram concluídos entre 79 m e 178 m, com profundidade mediana de 109 m. A vazão mediana calculada é de 7,3 m³/h (metade dos poços entre 4,2 m³/h e 15,6 m³/h), sobre 137 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 19 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (99% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Panamá se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 160 poços no raio, contra 5 poços dentro do município.

109 mprofundidade mediana
7,3 m³/hvazão mediana calculada
19 mnível estático mediano
5,7poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 137 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Panamá: 47/100

47 de 100

Confiança: amostra alta160 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 50peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 38peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 60peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 33peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 35peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Panamá costumam descer

  • até 50 m 5%8
  • 50 a 100 m 40%64
  • 100 a 150 m 34%54
  • acima de 150 m 21%33

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • 50 a 100 m43 poços Formação Serra Geral 43
  • 100 a 150 m29 poços Formação Serra Geral 29
  • acima de 150 m28 poços Formação Serra Geral 27 · Quaternário 1

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Panamá?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Panamá.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.