Goiás · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Petrolina de Goiás - GO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Petrolina de Goiás, Goiás.

  • 8poços cadastrados
  • 51,5 mprofundidade média
  • 70 mprofundidade mediana
  • 17,6 mnível estático médio

Como são os poços em Petrolina de Goiás - GO?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 8 poços em Petrolina de Goiás - GO. A profundidade média é de 51,5 m e a mediana, 70 m, medida em 8 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 17,6 m. No Censo 2022, 1.076 dos 3.749 domicílios do município — 28,7% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
8
Profundidade média
51,5 m
Profundidade mediana
70 m
Nível estático médio
17,6 m
Ante a média do estado
48,4 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m)
População (Censo 2022)
9.573 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
1.076 (28,7%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 8 poços em Petrolina de Goiás, com profundidade média de 51,5 m (mediana de 70 m, variando de 20 m a 90 m).

Comparado ao restante do estado, o poço de Petrolina de Goiás é 48,4 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m).

Números do cadastro em Petrolina de Goiás

Poços cadastrados em Petrolina de Goiás - GO
Poços no cadastro nacional8 poços
Profundidade média51,5 m 8 poços com o dado
Profundidade mediana70 m
Faixa de profundidade20 m a 90 m
Nível estático médio17,6 m 4 poços com o dado
Nível dinâmico médio52,7 m 4 poços com o dado
Vazão específica média0,3 m³/h por metro 4 poços com teste
Uso mais comumAbastecimento industrial 3 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2010 8 poços
Poços com teste de vazão8 de 8
Distribuição das profundidades em Petrolina de Goiás 20 m mínimo 70 m mediana 90 m máximo
Metade dos poços fica entre 25 m e 76 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Petrolina de Goiás por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 4 · 50% 50-100 m 4 · 50%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Petrolina de Goiás. Valores em poços. Abastecimento industrial 3 · 38% Abastecimento doméstico/animal 3 · 38% Outros (lazer,etc.) 1 · 13% Abastecimento múltiplo 1 · 13%
Uso declarado da água

O território e o subsolo de Petrolina de Goiás

Petrolina de Goiás tem 9.573 habitantes distribuídos em 530,5 km², o que dá 18,1 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Anápolis, na região intermediária de Goiânia.

No Censo 2022, 1.076 dos 3.749 domicílios de Petrolina de Goiás — 28,7% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 750 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 811 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

Goiás combina metassedimentos e cristalino na maior parte do estado com a borda da Bacia do Paraná ao sudoeste e calcários do Bambuí ao nordeste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Grupo Bambuí, Formação Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani (borda), Grupo Araxá. Fissural na maior parte, com a exceção do sudoeste, onde arenito e basalto mudam completamente o projeto do poço.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Petrolina de Goiás

Com base em 38 poços cadastrados num raio de 30 km de Petrolina de Goiás - GO, 80% deles foram concluídos entre 24 m e 152 m, com profundidade mediana de 85 m. A vazão mediana calculada é de 5,3 m³/h (metade dos poços entre 3,7 m³/h e 9,0 m³/h), sobre 28 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 15 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (100% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Petrolina de Goiás se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 38 poços no raio, contra 8 poços dentro do município.

85 mprofundidade mediana
5,3 m³/hvazão mediana calculada
15 mnível estático mediano
1,3poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 28 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Petrolina de Goiás: 37/100

37 de 100

Confiança: amostra média38 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 33peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 10peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 38peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 61peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 83peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Petrolina de Goiás costumam descer

  • até 50 m 24%9
  • 50 a 100 m 55%21
  • 100 a 150 m 11%4
  • acima de 150 m 11%4

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Petrolina de Goiás?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Petrolina de Goiás.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.