Goiás · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Palminópolis - GO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Palminópolis, Goiás.

  • aquífero fissural
  • quaternário
  • 6poços cadastrados
  • 90,3 mprofundidade média
  • 90 mprofundidade mediana
  • 11,8 mnível estático médio

Como são os poços em Palminópolis - GO?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 6 poços em Palminópolis - GO. A profundidade média é de 90,3 m e a mediana, 90 m, medida em 6 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 11,8 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Quaternário. No Censo 2022, 396 dos 1.519 domicílios do município — 26,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
6
Profundidade média
90,3 m
Profundidade mediana
90 m
Nível estático médio
11,8 m
Aquífero predominante
Fissural
Rocha predominante
Quaternário
Ante a média do estado
9,6 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m)
População (Censo 2022)
3.851 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
396 (26,1%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Amostra pequena: 6 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 6 poços em Palminópolis, com profundidade média de 90,3 m (mediana de 90 m, variando de 20 m a 200 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Quaternário, presente em 50% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Palminópolis é 9,6 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m).

Números do cadastro em Palminópolis

Poços cadastrados em Palminópolis - GO
Poços no cadastro nacional6 poços
Profundidade média90,3 m 6 poços com o dado
Profundidade mediana90 m
Faixa de profundidade20 m a 200 m
Nível estático médio11,8 m 4 poços com o dado
Nível dinâmico médio57,1 m 4 poços com o dado
Vazão específica média0,2 m³/h por metro 4 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteQuaternário 50% dos registros
Uso mais comumAbastecimento industrial 2 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2010 6 poços
Poços com teste de vazão6 de 6
Distribuição das profundidades em Palminópolis 20 m mínimo 90 m mediana 200 m máximo
Metade dos poços fica entre 22 m e 150 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Palminópolis por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 2 · 33% 50-100 m 2 · 33% 100-150 m 1 · 17% 150-200 m 1 · 17%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Palminópolis. Valores em poços. Abastecimento industrial 2 · 33% Abastecimento múltiplo 2 · 33% Abastecimento doméstico 1 · 17% Outros (lazer,etc.) 1 · 17%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 3 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Quaternário — 3 poços
  • Ortognaisses do Oeste de Goiás — 2 poços
  • Corpo Cristalino — 1 poço

O território e o subsolo de Palminópolis

Palminópolis tem 3.851 habitantes distribuídos em 393,3 km², o que dá 9,8 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Palmeiras de Goiás, na região intermediária de São Luís de Montes Belos - Iporá.

No Censo 2022, 396 dos 1.519 domicílios de Palminópolis — 26,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 221 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 376 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

Goiás combina metassedimentos e cristalino na maior parte do estado com a borda da Bacia do Paraná ao sudoeste e calcários do Bambuí ao nordeste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Grupo Bambuí, Formação Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani (borda), Grupo Araxá. Fissural na maior parte, com a exceção do sudoeste, onde arenito e basalto mudam completamente o projeto do poço.

Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.

O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Palminópolis

Com base em 46 poços cadastrados num raio de 30 km de Palminópolis - GO, 80% deles foram concluídos entre 39 m e 128 m, com profundidade mediana de 91 m. A vazão mediana calculada é de 6,5 m³/h (metade dos poços entre 4,2 m³/h e 8,8 m³/h), sobre 36 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 8 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (75% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Palminópolis se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 46 poços no raio, contra 6 poços dentro do município.

91 mprofundidade mediana
6,5 m³/hvazão mediana calculada
8 mnível estático mediano
1,6poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 36 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Palminópolis: 39/100

39 de 100

Confiança: amostra média46 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 43peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 12peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 24peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 55peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 95peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Palminópolis costumam descer

  • até 50 m 13%6
  • 50 a 100 m 59%27
  • 100 a 150 m 26%12
  • acima de 150 m 2%1

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • 50 a 100 m3 poços Quaternário 2 · Grupo Araxá 1
  • 100 a 150 m4 poços Quaternário 3 · Grupo Araxá 1

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Palminópolis?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Palminópolis.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.