Poços artesianos em Vista Alegre do Alto - SP: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Vista Alegre do Alto, São Paulo.

  • 70 poços cadastrados
  • média de 117,9 m
  • aquífero poroso

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 70 poços em Vista Alegre do Alto, com profundidade média de 117,9 m (mediana de 110 m, variando de 58 m a 220 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Bauru, presente em 76% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Vista Alegre do Alto é 38,1 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).

Números do cadastro em Vista Alegre do Alto

Poços cadastrados em Vista Alegre do Alto - SP
Poços no cadastro nacional70 poços
Profundidade média117,9 m 64 poços com o dado
Profundidade mediana110 m
Faixa de profundidade58 m a 220 m
Nível estático médio43,2 m 48 poços com o dado
Nível dinâmico médio78,8 m 48 poços com o dado
Vazão específica média0,9 m³/h por metro 48 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 80% dos registros
Rocha predominanteGrupo Bauru 76% dos registros
Uso mais comumIrrigação 48 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 25 poços
Poços com teste de vazão70 de 70
Distribuição das profundidades em Vista Alegre do Alto 58 m mínimo 110 m mediana 220 m máximo
Metade dos poços fica entre 97 m e 133 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Vista Alegre do Alto por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 20 · 31% 100-150 m 36 · 56% 150-200 m 7 · 11% acima de 200 m 1 · 2%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Vista Alegre do Alto 19 1980 11 1990 25 2000 3 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Vista Alegre do Alto. Valores em poços. Irrigação 48 · 74% Abastecimento industrial 9 · 14% Abastecimento doméstico 6 · 9% Abastecimento urbano 1 · 2% Outros (lazer,etc.) 1 · 2%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 44 poços
  • Fissural — 11 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Grupo Bauru — 55 poços
  • Formação Serra Geral — 15 poços
  • Grupo São Bento — 2 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Vista Alegre do Alto?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Vista Alegre do Alto.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.