Poços artesianos em Campinas - SP: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Campinas, São Paulo.
- 1.349 poços cadastrados
- média de 140,2 m
- aquífero fissural
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 1.349 poços em Campinas, com profundidade média de 140,2 m (mediana de 138 m, variando de 2,7 m a 473 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Varginha-Guaxupe, presente em 35% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Campinas é 15,8 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).
Números do cadastro em Campinas
| Poços no cadastro nacional | 1.349 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 140,2 m 1.082 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 138 m |
| Faixa de profundidade | 2,7 m a 473 m |
| Nível estático médio | 19,6 m 520 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 83,5 m 512 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,3 m³/h por metro 511 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 64% dos registros |
| Rocha predominante | Complexo Varginha-Guaxupe 35% dos registros |
| Uso mais comum | Outros (lazer,etc.) 373 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 340 poços |
| Poços com teste de vazão | 1.349 de 1.349 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 405 poços
- Poroso — 228 poços
Formações geológicas atravessadas
- Complexo Varginha-Guaxupe — 266 poços
- Grupo Tubarão — 225 poços
- Grupo Itararé — 116 poços
- Complexo Gnáissico-Migmatítico — 71 poços
- Corpo Cristalino — 47 poços
- Formação Serra Geral — 38 poços
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Campinas?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Campinas.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.