São Paulo · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Campina do Monte Alegre - SP: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Campina do Monte Alegre, São Paulo.
- aquífero poroso
- grupo itararé
- 6poços cadastrados
- 189,8 mprofundidade média
- 201,9 mprofundidade mediana
- 11,6 mnível estático médio
Como são os poços em Campina do Monte Alegre - SP?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 6 poços em Campina do Monte Alegre - SP. A profundidade média é de 189,8 m e a mediana, 201,9 m, medida em 6 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 11,6 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Itararé. No Censo 2022, 237 dos 2.194 domicílios do município — 10,8% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 6
- Profundidade média
- 189,8 m
- Profundidade mediana
- 201,9 m
- Nível estático médio
- 11,6 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Grupo Itararé
- Ante a média do estado
- 33,8 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m)
- População (Censo 2022)
- 5.954 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 237 (10,8%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Amostra pequena: 6 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 6 poços em Campina do Monte Alegre, com profundidade média de 189,8 m (mediana de 201,9 m, variando de 111 m a 288 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Itararé, presente em 29% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.
Comparado ao restante do estado, o poço de Campina do Monte Alegre é 33,8 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m).
Números do cadastro em Campina do Monte Alegre
| Poços no cadastro nacional | 6 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 189,8 m 6 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 201,9 m |
| Faixa de profundidade | 111 m a 288 m |
| Nível estático médio | 11,6 m 3 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 45,8 m 3 poços com o dado |
| Vazão específica média | 1,4 m³/h por metro 3 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Itararé 29% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento urbano 3 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 2 poços |
| Poços com teste de vazão | 6 de 6 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 3 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Itararé — 2 poços
- Terciário-Quaternário — 1 poço
- Formação Irati — 1 poço
- Formação Serra Geral — 1 poço
- Coberturas Sedimentares Indiferenciadas — 1 poço
- Grupo Tubarão — 1 poço
O território e o subsolo de Campina do Monte Alegre
Campina do Monte Alegre tem 5.954 habitantes distribuídos em 184,5 km², o que dá 32,3 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Itapetininga, na região intermediária de Sorocaba.
No Censo 2022, 237 dos 2.194 domicílios de Campina do Monte Alegre — 10,8% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 131 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 245 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Campina do Monte Alegre
Com base em 62 poços cadastrados num raio de 30 km de Campina do Monte Alegre - SP, 80% deles foram concluídos entre 55 m e 247 m, com profundidade mediana de 153 m. A vazão mediana calculada é de 31,7 m³/h (metade dos poços entre 12,3 m³/h e 43,2 m³/h), sobre 11 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 36 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Campina do Monte Alegre se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 62 poços no raio, contra 6 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 11 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Campina do Monte Alegre: 59/100
Confiança: amostra média62 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 99peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 17peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 34peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 4peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 85peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Campina do Monte Alegre costumam descer
- até 50 m 8%5
- 50 a 100 m 11%7
- 100 a 150 m 29%18
- acima de 150 m 52%32
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Campina do Monte Alegre?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Campina do Monte Alegre.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Veja também: todos os municípios de São Paulo · panorama nacional do cadastro
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.