Sergipe · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Cumbe - SE: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Cumbe, Sergipe.
- aquífero fissural
- grupo macururé
- 26poços cadastrados
- 63,9 mprofundidade média
- 61 mprofundidade mediana
- 6,5 mnível estático médio
Como são os poços em Cumbe - SE?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 26 poços em Cumbe - SE. A profundidade média é de 63,9 m e a mediana, 61 m, medida em 13 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 6,5 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Grupo Macururé. No Censo 2022, 41 dos 1.368 domicílios do município — 3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 26
- Profundidade média
- 63,9 m
- Profundidade mediana
- 61 m
- Nível estático médio
- 6,5 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Grupo Macururé
- Ante a média do estado
- praticamente igual à média de Sergipe (61,9 m)
- População (Censo 2022)
- 3.824 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 41 (3%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 26 poços em Cumbe, com profundidade média de 63,9 m (mediana de 61 m, variando de 50 m a 90 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Macururé, presente em 100% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Cumbe é praticamente igual à média de Sergipe (61,9 m).
Números do cadastro em Cumbe
| Poços no cadastro nacional | 26 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 63,9 m 13 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 61 m |
| Faixa de profundidade | 50 m a 90 m |
| Nível estático médio | 6,5 m 7 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 34 m 6 poços com o dado |
| Vazão específica média | 1,6 m³/h por metro 5 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 78% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Macururé 100% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 10 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 10 poços |
| Poços com teste de vazão | 26 de 26 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 18 poços
- Poroso — 5 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Macururé — 1 poço
O território e o subsolo de Cumbe
Cumbe tem 3.824 habitantes distribuídos em 128,4 km², o que dá 29,8 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Aracaju.
No Censo 2022, 41 dos 1.368 domicílios de Cumbe — 3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 21 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 136 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Cumbe, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.
Sergipe divide-se entre a Bacia Sergipe-Alagoas, na faixa costeira, e o cristalino, no interior. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Marituba, Grupo Barreiras, embasamento cristalino. Poço poroso produtivo perto do litoral; fissural e sujeito a salinidade no sertão.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Cumbe
Com base em 548 poços cadastrados num raio de 30 km de Cumbe - SE, 80% deles foram concluídos entre 40 m e 85 m, com profundidade mediana de 60 m. A vazão mediana calculada é de 2,4 m³/h (metade dos poços entre 0,9 m³/h e 6,2 m³/h), sobre 109 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 8 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (70% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Cumbe se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 548 poços no raio, contra 26 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 109 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Cumbe: 32/100
Confiança: amostra alta548 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 13peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 74peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 12peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 82peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 9peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Cumbe costumam descer
- até 50 m 24%97
- 50 a 100 m 73%295
- 100 a 150 m 3%11
- acima de 150 m 1%3
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Corpo Cristalino | sem teste | 50 m | 11 |
| Grupo Macururé | 5,4 m³/h | 65 m | 63 com teste |
| Coberturas Sedimentares Indiferenciadas | sem teste | 65 m | 3 |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m9 poços Corpo Cristalino 7 · Grupo Macururé 1 · Formação Barra de Itiuba 1
- 50 a 100 m18 poços Corpo Cristalino 4 · Grupo Macururé 4 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 3
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Cumbe?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Cumbe.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Municípios de Sergipe com profundidade parecida
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Veja também: todos os municípios de Sergipe · panorama nacional do cadastro
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.