Santa Catarina · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Timbó Grande - SC: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Timbó Grande, Santa Catarina.

  • aquífero fissural
  • formação serra geral
  • 8poços cadastrados
  • 158,9 mprofundidade média
  • 122 mprofundidade mediana
  • 19,5 mnível estático médio

Como são os poços em Timbó Grande - SC?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 8 poços em Timbó Grande - SC. A profundidade média é de 158,9 m e a mediana, 122 m, medida em 8 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 19,5 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Formação Serra Geral. No Censo 2022, 269 dos 2.520 domicílios do município — 10,7% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
8
Profundidade média
158,9 m
Profundidade mediana
122 m
Nível estático médio
19,5 m
Aquífero predominante
Fissural
Rocha predominante
Formação Serra Geral
Ante a média do estado
36,6 m mais fundo que a média de Santa Catarina (122,3 m)
População (Censo 2022)
7.342 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
269 (10,7%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 8 poços em Timbó Grande, com profundidade média de 158,9 m (mediana de 122 m, variando de 70 m a 500 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Serra Geral, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Timbó Grande é 36,6 m mais fundo que a média de Santa Catarina (122,3 m).

Números do cadastro em Timbó Grande

Poços cadastrados em Timbó Grande - SC
Poços no cadastro nacional8 poços
Profundidade média158,9 m 8 poços com o dado
Profundidade mediana122 m
Faixa de profundidade70 m a 500 m
Nível estático médio19,5 m 6 poços com o dado
Nível dinâmico médio59,9 m 3 poços com o dado
Vazão específica média0,7 m³/h por metro 3 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Serra Geral 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento urbano 2 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 4 poços
Poços com teste de vazão8 de 8
Distribuição das profundidades em Timbó Grande 70 m mínimo 122 m mediana 500 m máximo
Metade dos poços fica entre 100 m e 150 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Timbó Grande por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 3 · 38% 100-150 m 4 · 50% acima de 200 m 1 · 13%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Timbó Grande 3 1990 4 2000 1 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Timbó Grande. Valores em poços. Abastecimento urbano 2 · 33% Outros (lazer,etc.) 2 · 33% Abastecimento doméstico 2 · 33%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 7 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Serra Geral — 7 poços

O território e o subsolo de Timbó Grande

Timbó Grande tem 7.342 habitantes distribuídos em 596,3 km², o que dá 12,3 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Caçador.

No Censo 2022, 269 dos 2.520 domicílios de Timbó Grande — 10,7% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 81 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 764 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

Santa Catarina tem basaltos da Serra Geral no oeste e no planalto, arenitos do Guarani e do Grupo Itararé, cristalino no leste e aquífero costeiro no litoral. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani, Grupo Itararé, aquífero costeiro. No oeste, poço em basalto dependente de fratura; no litoral, areia com risco de intrusão salina.

Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.

O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Timbó Grande

Com base em 10 poços cadastrados num raio de 30 km de Timbó Grande - SC, 80% deles foram concluídos entre 89 m e 226 m, com profundidade mediana de 122 m. O nível estático mediano fica em 23 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (100% dos registros com o dado).

São poucos poços cadastrados neste entorno (10 poços). Os números abaixo valem como indício da região, não como retrato do subsolo — e a diferença entre dois terrenos vizinhos, em aquífero fissural, pode ser maior que a diferença entre dois municípios.

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Timbó Grande se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 10 poços no raio, contra 8 poços dentro do município.

122 mprofundidade mediana
17,9 m³/hvazão mediana calculada
23 mnível estático mediano
0,4poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 3 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Timbó Grande: 58/100

58 de 100

Confiança: amostra baixa10 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 95peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 2peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 61peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 18peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si sem dadopeso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Timbó Grande costumam descer

  • até 50 m 0%0
  • 50 a 100 m 33%3
  • 100 a 150 m 44%4
  • acima de 150 m 22%2

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

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O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Timbó Grande?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Timbó Grande.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.