Pará · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Prainha - PA: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Prainha, Pará.

  • aquífero poroso
  • formação alter do chão
  • 16poços cadastrados
  • 79,4 mprofundidade média
  • 105 mprofundidade mediana
  • 20,9 mnível estático médio

Como são os poços em Prainha - PA?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 16 poços em Prainha - PA. A profundidade média é de 79,4 m e a mediana, 105 m, medida em 16 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 20,9 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Alter do Chão. No Censo 2022, 3.624 dos 9.205 domicílios do município — 39,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
16
Profundidade média
79,4 m
Profundidade mediana
105 m
Nível estático médio
20,9 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Formação Alter do Chão
Ante a média do estado
11,7 m mais fundo que a média de Pará (67,7 m)
População (Censo 2022)
35.577 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
3.624 (39,4%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 16 poços em Prainha, com profundidade média de 79,4 m (mediana de 105 m, variando de 18 m a 150 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Alter do Chão, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Prainha é 11,7 m mais fundo que a média de Pará (67,7 m).

Números do cadastro em Prainha

Poços cadastrados em Prainha - PA
Poços no cadastro nacional16 poços
Profundidade média79,4 m 16 poços com o dado
Profundidade mediana105 m
Faixa de profundidade18 m a 150 m
Nível estático médio20,9 m 13 poços com o dado
Nível dinâmico médio26,6 m 13 poços com o dado
Vazão específica média3,8 m³/h por metro 13 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Alter do Chão 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento urbano 7 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 7 poços
Poços com teste de vazão16 de 16
Distribuição das profundidades em Prainha 18 m mínimo 105 m mediana 150 m máximo
Metade dos poços fica entre 30 m e 115 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Prainha por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 6 · 38% 50-100 m 2 · 13% 100-150 m 8 · 50%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Prainha 2 1990 7 2000 7 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Prainha. Valores em poços. Abastecimento urbano 7 · 54% Abastecimento doméstico/irrig. 2 · 15% Abastecimento industrial 2 · 15% Abastecimento múltiplo 1 · 8% Abastecimento doméstico 1 · 8%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 8 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Alter do Chão — 8 poços

O território e o subsolo de Prainha

Prainha tem 35.577 habitantes distribuídos em 14.787,0 km², o que dá 2,4 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Santarém.

No Censo 2022, 3.624 dos 9.205 domicílios de Prainha — 39,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 3.177 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 5.106 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

O Pará divide-se entre as bacias do Amazonas e do Marajó, com Alter do Chão e Barreiras, e o cristalino do Cráton Amazônico ao sul. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Alter do Chão, Grupo Barreiras, embasamento cristalino. Poço poroso e produtivo na maior parte da área povoada; ao sul, fissural. Ferro e manganês são a queixa química mais comum.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Prainha

Com base em 2 poços cadastrados num raio de 30 km de Prainha - PA, a profundidade mediana observada é de 30 m.

São poucos poços cadastrados neste entorno (2 poços). Os números abaixo valem como indício da região, não como retrato do subsolo — e a diferença entre dois terrenos vizinhos, em aquífero fissural, pode ser maior que a diferença entre dois municípios.

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Prainha se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 2 poços no raio, contra 16 poços dentro do município.

30 mprofundidade mediana
2,0 m³/hvazão mediana calculada
4 mnível estático mediano
0,1poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 1 poço em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Prainha: 0/100

0 de 100

Confiança: amostra baixa2 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país sem dadopeso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 0peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes sem dadopeso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro sem dadopeso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si sem dadopeso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Prainha costumam descer

  • até 50 m 100%2
  • 50 a 100 m 0%0
  • 100 a 150 m 0%0
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Prainha?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Prainha.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.