Poços artesianos em Passa Vinte - MG: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Passa Vinte, Minas Gerais.

  • 5 poços cadastrados
  • média de 149,6 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 5 poços em Passa Vinte, com profundidade média de 149,6 m (mediana de 150 m, variando de 148 m a 150 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Varginha-Guaxupe, presente em 100% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Passa Vinte é 52,8 m mais fundo que a média de Minas Gerais (96,8 m).

Números do cadastro em Passa Vinte

Poços cadastrados em Passa Vinte - MG
Poços no cadastro nacional5 poços
Profundidade média149,6 m 5 poços com o dado
Profundidade mediana150 m
Faixa de profundidade148 m a 150 m
Nível estático médio1,6 m 1 poço com o dado
Nível dinâmico médio73,6 m 3 poços com o dado
Vazão específica média0,3 m³/h por metro 3 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteComplexo Varginha-Guaxupe 100% dos registros
Década com mais perfuraçõesanos 2010 5 poços
Poços com teste de vazão5 de 5
Distribuição das profundidades em Passa Vinte 148 m mínimo 150 m mediana 150 m máximo
Metade dos poços fica entre 150 m e 150 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Passa Vinte por faixa de profundidade. Valores em poços. 100-150 m 5 · 100%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 5 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Complexo Varginha-Guaxupe — 5 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Passa Vinte?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Passa Vinte.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.