Poços artesianos em Inhapim - MG: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Inhapim, Minas Gerais.

  • 14 poços cadastrados
  • média de 119,7 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 14 poços em Inhapim, com profundidade média de 119,7 m (mediana de 143 m, variando de 60 m a 150 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Juiz de Fora, presente em 93% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Inhapim é 22,9 m mais fundo que a média de Minas Gerais (96,8 m).

Números do cadastro em Inhapim

Poços cadastrados em Inhapim - MG
Poços no cadastro nacional14 poços
Profundidade média119,7 m 14 poços com o dado
Profundidade mediana143 m
Faixa de profundidade60 m a 150 m
Nível estático médio5,3 m 12 poços com o dado
Nível dinâmico médio62,3 m 12 poços com o dado
Vazão específica média0,5 m³/h por metro 12 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteComplexo Juiz de Fora 93% dos registros
Década com mais perfuraçõesanos 2010 13 poços
Poços com teste de vazão14 de 14
Distribuição das profundidades em Inhapim 60 m mínimo 143 m mediana 150 m máximo
Metade dos poços fica entre 90 m e 150 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Inhapim por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 4 · 29% 100-150 m 10 · 71%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Inhapim 1 1990 13 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 14 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Complexo Juiz de Fora — 13 poços
  • Complexo Pocrane — 1 poço

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Inhapim?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Inhapim.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.