Tocantins · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Tupiratins - TO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Tupiratins, Tocantins.

  • aquífero poroso
  • formação pimenteiras, grupo canindé
  • 12poços cadastrados
  • 86,5 mprofundidade média
  • 96 mprofundidade mediana
  • 9,9 mnível estático médio

Como são os poços em Tupiratins - TO?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 12 poços em Tupiratins - TO. A profundidade média é de 86,5 m e a mediana, 96 m, medida em 8 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 9,9 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Pimenteiras, Grupo Canindé. No Censo 2022, 178 dos 678 domicílios do município — 26,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
12
Profundidade média
86,5 m
Profundidade mediana
96 m
Nível estático médio
9,9 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Formação Pimenteiras, Grupo Canindé
Ante a média do estado
27,5 m mais raso que a média de Tocantins (114 m)
População (Censo 2022)
1.874 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
178 (26,3%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 12 poços em Tupiratins, com profundidade média de 86,5 m (mediana de 96 m, variando de 20 m a 150 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Pimenteiras, Grupo Canindé, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Tupiratins é 27,5 m mais raso que a média de Tocantins (114 m).

Números do cadastro em Tupiratins

Poços cadastrados em Tupiratins - TO
Poços no cadastro nacional12 poços
Profundidade média86,5 m 8 poços com o dado
Profundidade mediana96 m
Faixa de profundidade20 m a 150 m
Nível estático médio9,9 m 7 poços com o dado
Nível dinâmico médio31,4 m 4 poços com o dado
Vazão específica média2 m³/h por metro 3 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Pimenteiras, Grupo Canindé 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento industrial 4 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2020 4 poços
Poços com teste de vazão12 de 12
Distribuição das profundidades em Tupiratins 20 m mínimo 96 m mediana 150 m máximo
Metade dos poços fica entre 66 m e 132 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Tupiratins por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 2 · 25% 50-100 m 3 · 38% 100-150 m 3 · 38%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Tupiratins 1 1990 3 2000 4 2020
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Tupiratins. Valores em poços. Abastecimento industrial 4 · 67% Sem uso 1 · 17% Abastecimento múltiplo 1 · 17%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 4 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Pimenteiras, Grupo Canindé — 4 poços

O território e o subsolo de Tupiratins

Tupiratins tem 1.874 habitantes distribuídos em 889,1 km², o que dá 2,1 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Colinas do Tocantins, na região intermediária de Araguaína.

No Censo 2022, 178 dos 678 domicílios de Tupiratins — 26,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 97 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 276 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

O Tocantins está sobre a borda da Bacia do Parnaíba a leste, com os arenitos do Urucuia e do Grupo Serra Grande, e o cristalino da faixa Araguaia a oeste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Urucuia, Grupo Serra Grande, Formação Piauí, Faixa Araguaia. A leste, poço poroso previsível; a oeste, fissural. A planície do Bananal tem aquífero raso e sazonal.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Tupiratins

Com base em 13 poços cadastrados num raio de 30 km de Tupiratins - TO, 80% deles foram concluídos entre 27 m e 137 m, com profundidade mediana de 96 m. O nível estático mediano fica em 4 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Tupiratins se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 13 poços no raio, contra 12 poços dentro do município.

96 mprofundidade mediana
10,0 m³/hvazão mediana calculada
4 mnível estático mediano
0,5poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 3 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Tupiratins: 47/100

47 de 100

Confiança: amostra baixa13 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 74peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 3peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 34peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 52peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si sem dadopeso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Tupiratins costumam descer

  • até 50 m 25%2
  • 50 a 100 m 38%3
  • 100 a 150 m 38%3
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Tupiratins?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Tupiratins.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.