São Paulo · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em São Paulo - SP: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para São Paulo, São Paulo.
- aquífero fissural
- formação são paulo
- 3.045poços cadastrados
- 163,6 mprofundidade média
- 159 mprofundidade mediana
- 33,7 mnível estático médio
Como são os poços em São Paulo - SP?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 3.045 poços em São Paulo - SP. A profundidade média é de 163,6 m e a mediana, 159 m, medida em 2.985 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 33,7 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Formação São Paulo. No Censo 2022, 15.858 dos 4.307.665 domicílios do município — 0,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 3.045
- Profundidade média
- 163,6 m
- Profundidade mediana
- 159 m
- Nível estático médio
- 33,7 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Formação São Paulo
- Ante a média do estado
- 7,6 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m)
- População (Censo 2022)
- 11.451.999 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 15.858 (0,4%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 3.045 poços em São Paulo, com profundidade média de 163,6 m (mediana de 159 m, variando de 1,5 m a 1.367 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação São Paulo, presente em 43% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de São Paulo é 7,6 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m).
Números do cadastro em São Paulo
| Poços no cadastro nacional | 3.045 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 163,6 m 2.985 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 159 m |
| Faixa de profundidade | 1,5 m a 1.367 m |
| Nível estático médio | 33,7 m 1.103 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 986,2 m 1.111 poços com o dado |
| Vazão específica média | 2.807,1 m³/h por metro 1.069 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 57% dos registros |
| Rocha predominante | Formação São Paulo 43% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento industrial 1.112 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 1.363 poços |
| Poços com teste de vazão | 3.045 de 3.045 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 612 poços
- Poroso — 468 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação São Paulo — 526 poços
- Corpo Cristalino — 493 poços
- Complexo Embú — 130 poços
- Complexo Granito-Gnáissico — 43 poços
- Complexo Gnáissico-Migmatítico — 25 poços
- Grupo São Roque — 14 poços
O território e o subsolo de São Paulo
São Paulo tem 11.451.999 habitantes distribuídos em 1.521,2 km², o que dá 7.528,3 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de São Paulo.
No Censo 2022, 15.858 dos 4.307.665 domicílios de São Paulo — 0,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 10.638 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 22.738 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de São Paulo, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.
São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos São Paulo?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em São Paulo.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de São Paulo
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.