São Paulo · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Praia Grande - SP: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Praia Grande, São Paulo.

  • aquífero fissural
  • corpo cristalino
  • 7poços cadastrados
  • 166,7 mprofundidade média
  • 220 mprofundidade mediana

Como são os poços em Praia Grande - SP?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 7 poços em Praia Grande - SP. A profundidade média é de 166,7 m e a mediana, 220 m, medida em 7 poços com profundidade informada. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Corpo Cristalino. No Censo 2022, 45 dos 130.046 domicílios do município — 0% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
7
Profundidade média
166,7 m
Profundidade mediana
220 m
Aquífero predominante
Fissural
Rocha predominante
Corpo Cristalino
Ante a média do estado
10,7 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m)
População (Censo 2022)
349.935 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
45 (0%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Amostra pequena: 7 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 7 poços em Praia Grande, com profundidade média de 166,7 m (mediana de 220 m, variando de 18,7 m a 250 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Corpo Cristalino, presente em 100% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Praia Grande é 10,7 m mais fundo que a média de São Paulo (156 m).

Números do cadastro em Praia Grande

Poços cadastrados em Praia Grande - SP
Poços no cadastro nacional7 poços
Profundidade média166,7 m 7 poços com o dado
Profundidade mediana220 m
Faixa de profundidade18,7 m a 250 m
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteCorpo Cristalino 100% dos registros
Uso mais comumOutros (lazer,etc.) 4 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 5 poços
Poços com teste de vazão7 de 7
Distribuição das profundidades em Praia Grande 18,7 m mínimo 220 m mediana 250 m máximo
Metade dos poços fica entre 40 m e 250 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Praia Grande por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 2 · 29% 100-150 m 1 · 14% acima de 200 m 4 · 57%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Praia Grande 1 1990 5 2000 1 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Praia Grande. Valores em poços. Outros (lazer,etc.) 4 · 57% Abastecimento industrial 2 · 29% Abastecimento doméstico 1 · 14%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 3 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Corpo Cristalino — 3 poços

O território e o subsolo de Praia Grande

Praia Grande tem 349.935 habitantes distribuídos em 149,7 km², o que dá 2.338,3 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Santos, na região intermediária de São Paulo.

No Censo 2022, 45 dos 130.046 domicílios de Praia Grande — 0% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 28 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 484 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Praia Grande, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.

São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.

Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.

O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Praia Grande

Com base em 60 poços cadastrados num raio de 30 km de Praia Grande - SP, 80% deles foram concluídos entre 9 m e 239 m, com profundidade mediana de 123 m. A vazão mediana calculada é de 5,3 m³/h (metade dos poços entre 1,2 m³/h e 8,5 m³/h), sobre 7 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 5 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (92% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Praia Grande se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 60 poços no raio, contra 7 poços dentro do município.

123 mprofundidade mediana
5,3 m³/hvazão mediana calculada
5 mnível estático mediano
2,1poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 7 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Praia Grande: 29/100

29 de 100

Confiança: amostra baixa60 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 33peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 16peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 26peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 18peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 51peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Praia Grande costumam descer

  • até 50 m 30%18
  • 50 a 100 m 17%10
  • 100 a 150 m 25%15
  • acima de 150 m 28%17

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quanto cada rocha entrega de água

Produtividade por formação geológica no raio de 30 km
FormaçãoVazão medianaProfundidade medianaPoços
Corpo Cristalino sem teste 229 m 6
Complexo Embú 8,5 m³/h 163 m 44 com teste

A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.

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O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Praia Grande?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Praia Grande.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.