São Paulo · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Pariquera-Açu - SP: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Pariquera-Açu, São Paulo.

  • aquífero fissural
  • corpo cristalino
  • 6poços cadastrados
  • 109,3 mprofundidade média
  • 100 mprofundidade mediana
  • 2,8 mnível estático médio

Como são os poços em Pariquera-Açu - SP?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 6 poços em Pariquera-Açu - SP. A profundidade média é de 109,3 m e a mediana, 100 m, medida em 6 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 2,8 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Corpo Cristalino. No Censo 2022, 1.566 dos 6.871 domicílios do município — 22,8% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
6
Profundidade média
109,3 m
Profundidade mediana
100 m
Nível estático médio
2,8 m
Aquífero predominante
Fissural
Rocha predominante
Corpo Cristalino
Ante a média do estado
46,7 m mais raso que a média de São Paulo (156 m)
População (Censo 2022)
19.233 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
1.566 (22,8%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Amostra pequena: 6 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 6 poços em Pariquera-Açu, com profundidade média de 109,3 m (mediana de 100 m, variando de 60 m a 180 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Corpo Cristalino, presente em 60% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Pariquera-Açu é 46,7 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).

Números do cadastro em Pariquera-Açu

Poços cadastrados em Pariquera-Açu - SP
Poços no cadastro nacional6 poços
Profundidade média109,3 m 6 poços com o dado
Profundidade mediana100 m
Faixa de profundidade60 m a 180 m
Nível estático médio2,8 m 2 poços com o dado
Nível dinâmico médio66,4 m 2 poços com o dado
Vazão específica média0,2 m³/h por metro 2 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteCorpo Cristalino 60% dos registros
Uso mais comumAbastecimento industrial 1 poço
Década com mais perfuraçõesanos 2000 3 poços
Poços com teste de vazão6 de 6
Distribuição das profundidades em Pariquera-Açu 60 m mínimo 100 m mediana 180 m máximo
Metade dos poços fica entre 96 m e 120 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Pariquera-Açu por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 4 · 67% 100-150 m 1 · 17% 150-200 m 1 · 17%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Pariquera-Açu 2 1980 1 1990 3 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Pariquera-Açu. Valores em poços. Abastecimento industrial 1 · 25% Abastecimento urbano 1 · 25% Abastecimento doméstico 1 · 25% Outros (lazer,etc.) 1 · 25%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 5 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Corpo Cristalino — 3 poços
  • Complexo Gnáissico-Migmatítico — 2 poços

O território e o subsolo de Pariquera-Açu

Pariquera-Açu tem 19.233 habitantes distribuídos em 359,4 km², o que dá 53,5 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Registro, na região intermediária de Sorocaba.

No Censo 2022, 1.566 dos 6.871 domicílios de Pariquera-Açu — 22,8% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 600 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 1.656 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.

Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.

O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Pariquera-Açu

Com base em 20 poços cadastrados num raio de 30 km de Pariquera-Açu - SP, 80% deles foram concluídos entre 76 m e 180 m, com profundidade mediana de 112 m. A vazão mediana calculada é de 5,5 m³/h (metade dos poços entre 5,3 m³/h e 15,2 m³/h), sobre 5 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 4 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (100% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Pariquera-Açu se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 20 poços no raio, contra 6 poços dentro do município.

112 mprofundidade mediana
5,5 m³/hvazão mediana calculada
4 mnível estático mediano
0,7poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 5 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Pariquera-Açu: 22/100

22 de 100

Confiança: amostra baixa20 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 34peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 5peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 11peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 30peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 22peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Pariquera-Açu costumam descer

  • até 50 m 0%0
  • 50 a 100 m 47%9
  • 100 a 150 m 26%5
  • acima de 150 m 26%5

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • 100 a 150 m4 poços Complexo Gnáissico-Migmatítico 3 · Corpo Cristalino 1
  • acima de 150 m3 poços Complexo Gnáissico-Migmatítico 3

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Pariquera-Açu?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Pariquera-Açu.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.