São Paulo · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Nova Aliança - SP: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Nova Aliança, São Paulo.

  • aquífero poroso
  • grupo bauru
  • 24poços cadastrados
  • 128,5 mprofundidade média
  • 117 mprofundidade mediana
  • 45,2 mnível estático médio

Como são os poços em Nova Aliança - SP?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 24 poços em Nova Aliança - SP. A profundidade média é de 128,5 m e a mediana, 117 m, medida em 22 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 45,2 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Bauru. No Censo 2022, 257 dos 2.501 domicílios do município — 10,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
24
Profundidade média
128,5 m
Profundidade mediana
117 m
Nível estático médio
45,2 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Grupo Bauru
Ante a média do estado
27,5 m mais raso que a média de São Paulo (156 m)
População (Censo 2022)
6.693 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
257 (10,3%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 24 poços em Nova Aliança, com profundidade média de 128,5 m (mediana de 117 m, variando de 70 m a 450 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Bauru, presente em 84% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Nova Aliança é 27,5 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).

Números do cadastro em Nova Aliança

Poços cadastrados em Nova Aliança - SP
Poços no cadastro nacional24 poços
Profundidade média128,5 m 22 poços com o dado
Profundidade mediana117 m
Faixa de profundidade70 m a 450 m
Nível estático médio45,2 m 8 poços com o dado
Nível dinâmico médio66,1 m 8 poços com o dado
Vazão específica média1 m³/h por metro 7 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 94% dos registros
Rocha predominanteGrupo Bauru 84% dos registros
Uso mais comumAbastecimento urbano 9 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 7 poços
Poços com teste de vazão24 de 24
Distribuição das profundidades em Nova Aliança 70 m mínimo 117 m mediana 450 m máximo
Metade dos poços fica entre 90 m e 130 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Nova Aliança por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 9 · 41% 100-150 m 9 · 41% 150-200 m 3 · 14% acima de 200 m 1 · 5%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Nova Aliança 2 1970 7 2000 6 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Nova Aliança. Valores em poços. Abastecimento urbano 9 · 41% Abastecimento industrial 5 · 23% Doméstico/irrigação/animal 2 · 9% Pecuária 2 · 9% Outros (lazer,etc.) 2 · 9% Irrigação 2 · 9%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 15 poços
  • Fissural — 1 poço

Formações geológicas atravessadas

  • Grupo Bauru — 16 poços
  • Formação Serra Geral — 3 poços

O território e o subsolo de Nova Aliança

Nova Aliança tem 6.693 habitantes distribuídos em 217,5 km², o que dá 30,8 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de São José do Rio Preto.

No Censo 2022, 257 dos 2.501 domicílios de Nova Aliança — 10,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 256 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 246 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Nova Aliança

Com base em 608 poços cadastrados num raio de 30 km de Nova Aliança - SP, 80% deles foram concluídos entre 60 m e 200 m, com profundidade mediana de 103 m. A vazão mediana calculada é de 10,1 m³/h (metade dos poços entre 6,8 m³/h e 21,1 m³/h), sobre 231 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 31 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (90% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Nova Aliança se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 608 poços no raio, contra 24 poços dentro do município.

103 mprofundidade mediana
10,1 m³/hvazão mediana calculada
31 mnível estático mediano
21,5poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 231 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Nova Aliança: 68/100

68 de 100

Confiança: amostra alta608 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 77peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 77peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 69peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 38peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 47peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Nova Aliança costumam descer

  • até 50 m 5%30
  • 50 a 100 m 43%251
  • 100 a 150 m 28%162
  • acima de 150 m 23%136

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • até 50 m7 poços Grupo Bauru 7
  • 50 a 100 m154 poços Grupo Bauru 152 · Formação Araçatuba 1 · Formação Vale do Rio do Peixe 1
  • 100 a 150 m103 poços Grupo Bauru 101 · Formação Serra Geral 1 · Formação São José do Rio Preto 1
  • acima de 150 m85 poços Grupo Bauru 84 · Formação Serra Geral 1

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Nova Aliança?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Nova Aliança.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.