Santa Catarina · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Apiúna - SC: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Apiúna, Santa Catarina.
- aquífero fissural
- complexo granito-gnáissico
- 6poços cadastrados
- 109,7 mprofundidade média
- 106 mprofundidade mediana
- 4 mnível estático médio
Como são os poços em Apiúna - SC?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 6 poços em Apiúna - SC. A profundidade média é de 109,7 m e a mediana, 106 m, medida em 6 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 4 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Complexo Granito-Gnáissico. No Censo 2022, 289 dos 3.535 domicílios do município — 8,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 6
- Profundidade média
- 109,7 m
- Profundidade mediana
- 106 m
- Nível estático médio
- 4 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Complexo Granito-Gnáissico
- Ante a média do estado
- 12,6 m mais raso que a média de Santa Catarina (122,3 m)
- População (Censo 2022)
- 9.811 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 289 (8,2%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Amostra pequena: 6 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 6 poços em Apiúna, com profundidade média de 109,7 m (mediana de 106 m, variando de 70 m a 152 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Granito-Gnáissico, presente em 86% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.
Comparado ao restante do estado, o poço de Apiúna é 12,6 m mais raso que a média de Santa Catarina (122,3 m).
Números do cadastro em Apiúna
| Poços no cadastro nacional | 6 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 109,7 m 6 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 106 m |
| Faixa de profundidade | 70 m a 152 m |
| Nível estático médio | 4 m 3 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 54,7 m 3 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,3 m³/h por metro 3 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 100% dos registros |
| Rocha predominante | Complexo Granito-Gnáissico 86% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 4 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 4 poços |
| Poços com teste de vazão | 6 de 6 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 6 poços
Formações geológicas atravessadas
- Complexo Granito-Gnáissico — 6 poços
- Grupo Itararé — 1 poço
O território e o subsolo de Apiúna
Apiúna tem 9.811 habitantes distribuídos em 493,5 km², o que dá 19,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Blumenau.
No Censo 2022, 289 dos 3.535 domicílios de Apiúna — 8,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 169 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 843 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
Santa Catarina tem basaltos da Serra Geral no oeste e no planalto, arenitos do Guarani e do Grupo Itararé, cristalino no leste e aquífero costeiro no litoral. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani, Grupo Itararé, aquífero costeiro. No oeste, poço em basalto dependente de fratura; no litoral, areia com risco de intrusão salina.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Apiúna
Com base em 75 poços cadastrados num raio de 30 km de Apiúna - SC, 80% deles foram concluídos entre 71 m e 233 m, com profundidade mediana de 114 m. A vazão mediana calculada é de 4,7 m³/h (metade dos poços entre 2,4 m³/h e 8,3 m³/h), sobre 41 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 5 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (75% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Apiúna se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 75 poços no raio, contra 6 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 41 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Apiúna: 27/100
Confiança: amostra alta75 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 28peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 21peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 15peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 29peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 62peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Apiúna costumam descer
- até 50 m 4%3
- 50 a 100 m 32%24
- 100 a 150 m 41%31
- acima de 150 m 23%17
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Complexo Granito-Gnáissico | 4,1 m³/h | 113 m | 4622 com teste |
| Formação Rio do Sul | 4,7 m³/h | 122 m | 1814 com teste |
| Grupo Itararé | 4,6 m³/h | 150 m | 33 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- 50 a 100 m23 poços Complexo Granito-Gnáissico 17 · Formação Rio do Sul 5 · Formação Serra Geral 1
- 100 a 150 m27 poços Complexo Granito-Gnáissico 16 · Formação Rio do Sul 8 · Grupo Itararé 2
- acima de 150 m17 poços Complexo Granito-Gnáissico 11 · Formação Rio do Sul 5 · Grupo Itararé 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Apiúna?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Apiúna.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.