Poços artesianos em Maximiliano de Almeida - RS: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Maximiliano de Almeida, Rio Grande do Sul.

  • 23 poços cadastrados
  • média de 138,1 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 23 poços em Maximiliano de Almeida, com profundidade média de 138,1 m (mediana de 120 m, variando de 45 m a 276 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Serra Geral, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Maximiliano de Almeida é 23,2 m mais fundo que a média de Rio Grande do Sul (114,9 m).

Números do cadastro em Maximiliano de Almeida

Poços cadastrados em Maximiliano de Almeida - RS
Poços no cadastro nacional23 poços
Profundidade média138,1 m 23 poços com o dado
Profundidade mediana120 m
Faixa de profundidade45 m a 276 m
Nível estático médio11,7 m 16 poços com o dado
Nível dinâmico médio76,7 m 12 poços com o dado
Vazão específica média1,2 m³/h por metro 10 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Serra Geral 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento doméstico 6 poços
Década com mais perfuraçõesanos 1990 9 poços
Poços com teste de vazão23 de 23
Distribuição das profundidades em Maximiliano de Almeida 45 m mínimo 120 m mediana 276 m máximo
Metade dos poços fica entre 90 m e 198 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Maximiliano de Almeida por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 2 · 9% 50-100 m 6 · 26% 100-150 m 6 · 26% 150-200 m 4 · 17% acima de 200 m 5 · 22%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Maximiliano de Almeida 1 1950 3 1960 2 1980 9 1990 4 2000 2 2010 2 2020
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Maximiliano de Almeida. Valores em poços. Abastecimento doméstico 6 · 46% Abastecimento urbano 4 · 31% Abastecimento doméstico/animal 2 · 15% Abastecimento múltiplo 1 · 8%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 20 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Serra Geral — 20 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Maximiliano de Almeida?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Maximiliano de Almeida.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.