Poços artesianos em Guajará-Mirim - RO: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Guajará-Mirim, Rondônia.
- 176 poços cadastrados
- média de 45 m
- aquífero poroso
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 176 poços em Guajará-Mirim, com profundidade média de 45 m (mediana de 42 m, variando de 6 m a 120 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Solimões, presente em 43% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Guajará-Mirim é 13,1 m mais raso que a média de Rondônia (58,1 m).
Números do cadastro em Guajará-Mirim
| Poços no cadastro nacional | 176 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 45 m 38 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 42 m |
| Faixa de profundidade | 6 m a 120 m |
| Nível estático médio | 9 m 16 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 19,2 m 16 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,7 m³/h por metro 15 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 83% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Solimões 43% dos registros |
| Uso mais comum | Outros (lazer,etc.) 8 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2010 14 poços |
| Poços com teste de vazão | 176 de 176 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 10 poços
- Fissural — 2 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação Solimões — 6 poços
- Aluviões — 4 poços
- Complexo Xingu — 1 poço
- Suíte Intrusiva Alto Candeias — 1 poço
- Quaternário — 1 poço
- Coberturas Sedimentares Indiferenciadas — 1 poço
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Guajará-Mirim?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Guajará-Mirim.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.