Rio Grande do Norte · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Passa e Fica - RN: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Passa e Fica, Rio Grande do Norte.
- aquífero fissural
- pré-cambriano indiviso
- 9poços cadastrados
- 44,1 mprofundidade média
- 42 mprofundidade mediana
- 3,1 mnível estático médio
Como são os poços em Passa e Fica - RN?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 9 poços em Passa e Fica - RN. A profundidade média é de 44,1 m e a mediana, 42 m, medida em 5 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 3,1 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Pré-Cambriano Indiviso. No Censo 2022, 3 dos 3.791 domicílios do município — 0,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 9
- Profundidade média
- 44,1 m
- Profundidade mediana
- 42 m
- Nível estático médio
- 3,1 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Pré-Cambriano Indiviso
- Ante a média do estado
- 43,3 m mais raso que a média de Rio Grande do Norte (87,4 m)
- População (Censo 2022)
- 10.896 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 3 (0,1%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 9 poços em Passa e Fica, com profundidade média de 44,1 m (mediana de 42 m, variando de 38 m a 50 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Pré-Cambriano Indiviso, presente em 100% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Passa e Fica é 43,3 m mais raso que a média de Rio Grande do Norte (87,4 m).
Números do cadastro em Passa e Fica
| Poços no cadastro nacional | 9 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 44,1 m 5 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 42 m |
| Faixa de profundidade | 38 m a 50 m |
| Nível estático médio | 3,1 m 2 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 38,7 m 1 poço com o dado |
| Vazão específica média | 0 m³/h por metro 1 poço com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 100% dos registros |
| Rocha predominante | Pré-Cambriano Indiviso 100% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico/animal 5 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1990 4 poços |
| Poços com teste de vazão | 9 de 9 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 1 poço
Formações geológicas atravessadas
- Pré-Cambriano Indiviso — 1 poço
O território e o subsolo de Passa e Fica
Passa e Fica tem 10.896 habitantes distribuídos em 42,1 km², o que dá 258,6 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Santo Antônio - Passa e Fica - Nova Cruz, na região intermediária de Natal.
No Censo 2022, 3 dos 3.791 domicílios de Passa e Fica — 0,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 3 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 781 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Passa e Fica, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.
O Rio Grande do Norte reúne a Bacia Potiguar — arenito Açu e calcário Jandaíra — as dunas costeiras e o cristalino a oeste e ao sul. Os aquíferos com nome próprio do estado: Aquífero Açu, Aquífero Jandaíra (cárstico), dunas e Barreiras, embasamento cristalino. No Jandaíra, comportamento cárstico; no Açu, poço profundo, confinado e de vazão alta; no cristalino, vazão baixa e água salobra frequente.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Passa e Fica
Com base em 500 poços cadastrados num raio de 30 km de Passa e Fica - RN, 80% deles foram concluídos entre 31 m e 60 m, com profundidade mediana de 50 m. A vazão mediana calculada é de 1,3 m³/h (metade dos poços entre 0,7 m³/h e 3,0 m³/h), sobre 63 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 3 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (96% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Passa e Fica se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 500 poços no raio, contra 9 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 63 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Passa e Fica: 27/100
Confiança: amostra alta500 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 2peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 71peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 2peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 90peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 23peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Passa e Fica costumam descer
- até 50 m 67%302
- 50 a 100 m 32%146
- 100 a 150 m 0%2
- acima de 150 m 0%0
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Corpo Cristalino | 1,5 m³/h | 50 m | 4924 com teste |
| Pré-Cambriano Indiviso | 0,6 m³/h | 50 m | 3216 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m58 poços Pré-Cambriano Indiviso 32 · Corpo Cristalino 25 · Formação Serra dos Martins 1
- 50 a 100 m24 poços Corpo Cristalino 22 · Eluvião 2
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Passa e Fica?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Passa e Fica.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Municípios de Rio Grande do Norte com profundidade parecida
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.