Pará · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em São João da Ponta - PA: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para São João da Ponta, Pará.
- aquífero poroso
- terciário-quaternário
- 12poços cadastrados
- 40,2 mprofundidade média
- 40 mprofundidade mediana
- 10,7 mnível estático médio
Como são os poços em São João da Ponta - PA?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 12 poços em São João da Ponta - PA. A profundidade média é de 40,2 m e a mediana, 40 m, medida em 12 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 10,7 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Terciário-Quaternário. No Censo 2022, 189 dos 1.456 domicílios do município — 13% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 12
- Profundidade média
- 40,2 m
- Profundidade mediana
- 40 m
- Nível estático médio
- 10,7 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Terciário-Quaternário
- Ante a média do estado
- 27,5 m mais raso que a média de Pará (67,7 m)
- População (Censo 2022)
- 4.430 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 189 (13%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 12 poços em São João da Ponta, com profundidade média de 40,2 m (mediana de 40 m, variando de 12 m a 84 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Terciário-Quaternário, presente em 89% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de São João da Ponta é 27,5 m mais raso que a média de Pará (67,7 m).
Números do cadastro em São João da Ponta
| Poços no cadastro nacional | 12 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 40,2 m 12 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 40 m |
| Faixa de profundidade | 12 m a 84 m |
| Nível estático médio | 10,7 m 3 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 23 m 3 poços com o dado |
| Vazão específica média | 3,9 m³/h por metro 1 poço com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Terciário-Quaternário 89% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento urbano 5 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 9 poços |
| Poços com teste de vazão | 12 de 12 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 9 poços
Formações geológicas atravessadas
- Terciário-Quaternário — 8 poços
- Grupo Barreiras — 1 poço
O território e o subsolo de São João da Ponta
São João da Ponta tem 4.430 habitantes distribuídos em 195,9 km², o que dá 22,6 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Castanhal.
No Censo 2022, 189 dos 1.456 domicílios de São João da Ponta — 13% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 128 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 194 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
O Pará divide-se entre as bacias do Amazonas e do Marajó, com Alter do Chão e Barreiras, e o cristalino do Cráton Amazônico ao sul. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Alter do Chão, Grupo Barreiras, embasamento cristalino. Poço poroso e produtivo na maior parte da área povoada; ao sul, fissural. Ferro e manganês são a queixa química mais comum.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de São João da Ponta
Com base em 218 poços cadastrados num raio de 30 km de São João da Ponta - PA, 80% deles foram concluídos entre 15 m e 81 m, com profundidade mediana de 28 m. A vazão mediana calculada é de 8,5 m³/h (metade dos poços entre 4,2 m³/h e 24,0 m³/h), sobre 48 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 5 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (99% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de São João da Ponta se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 218 poços no raio, contra 12 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 48 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de São João da Ponta: 52/100
Confiança: amostra alta218 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 63peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 47peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 35peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 98peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 8peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de São João da Ponta costumam descer
- até 50 m 85%177
- 50 a 100 m 9%19
- 100 a 150 m 1%2
- acima de 150 m 5%10
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Terciário-Quaternário | 50,0 m³/h | 27 m | 1011 com teste |
| Grupo Barreiras | 6,5 m³/h | 27 m | 5320 com teste |
| Aluviões | 21,0 m³/h | 16 m | 62 com teste |
| Quaternário | sem teste | 12 m | 3 |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m149 poços Terciário-Quaternário 92 · Grupo Barreiras 46 · Aluviões 6
- 50 a 100 m10 poços Grupo Barreiras 5 · Terciário-Quaternário 5
- acima de 150 m7 poços Terciário-Quaternário 4 · Grupo Barreiras 2 · Formação Itapecuru 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos São João da Ponta?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em São João da Ponta.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.