Mato Grosso · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Pedra Preta - MT: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Pedra Preta, Mato Grosso.
- aquífero poroso
- formação furnas
- 48poços cadastrados
- 126,8 mprofundidade média
- 120 mprofundidade mediana
- 20,7 mnível estático médio
Como são os poços em Pedra Preta - MT?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 48 poços em Pedra Preta - MT. A profundidade média é de 126,8 m e a mediana, 120 m, medida em 47 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 20,7 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Furnas. No Censo 2022, 768 dos 6.654 domicílios do município — 11,5% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 48
- Profundidade média
- 126,8 m
- Profundidade mediana
- 120 m
- Nível estático médio
- 20,7 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Formação Furnas
- Ante a média do estado
- 34,8 m mais fundo que a média de Mato Grosso (92 m)
- População (Censo 2022)
- 18.066 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 768 (11,5%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 48 poços em Pedra Preta, com profundidade média de 126,8 m (mediana de 120 m, variando de 22 m a 300 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Furnas, presente em 40% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Pedra Preta é 34,8 m mais fundo que a média de Mato Grosso (92 m).
Números do cadastro em Pedra Preta
| Poços no cadastro nacional | 48 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 126,8 m 47 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 120 m |
| Faixa de profundidade | 22 m a 300 m |
| Nível estático médio | 20,7 m 44 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 39,9 m 44 poços com o dado |
| Vazão específica média | 2,4 m³/h por metro 44 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 92% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Furnas 40% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 20 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 21 poços |
| Poços com teste de vazão | 48 de 48 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 24 poços
- Fissural — 2 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação Furnas — 12 poços
- Formação Ponta Grossa — 7 poços
- Formação Aquidauana — 7 poços
- Grupo Cuiabá — 2 poços
- Coberturas Detrítico-Lateríticas — 1 poço
- Terciário-Quaternário — 1 poço
O território e o subsolo de Pedra Preta
Pedra Preta tem 18.066 habitantes distribuídos em 3.841,7 km², o que dá 4,7 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Rondonópolis.
No Censo 2022, 768 dos 6.654 domicílios de Pedra Preta — 11,5% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 691 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 817 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
Mato Grosso reúne as bacias dos Parecis e do Paraná, o cristalino do Cráton Amazônico e as planícies do Pantanal e do Bananal. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Parecis, Formação Furnas, aluviões do Pantanal. Nos Parecis, arenito espesso e produtivo; no cristalino, poço de fratura; no Pantanal, aquífero raso e vulnerável.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Pedra Preta
Com base em 50 poços cadastrados num raio de 30 km de Pedra Preta - MT, 80% deles foram concluídos entre 50 m e 291 m, com profundidade mediana de 137 m. A vazão mediana calculada é de 15,3 m³/h (metade dos poços entre 7,2 m³/h e 22,0 m³/h), sobre 45 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 17 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (93% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Pedra Preta se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 50 poços no raio, contra 48 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 45 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Pedra Preta: 60/100
Confiança: amostra média50 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 93peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 13peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 52peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 12peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 85peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Pedra Preta costumam descer
- até 50 m 12%6
- 50 a 100 m 28%14
- 100 a 150 m 26%13
- acima de 150 m 34%17
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Formação Ponta Grossa | 14,0 m³/h | 212 m | 107 com teste |
| Formação Furnas | 20,0 m³/h | 150 m | 77 com teste |
| Formação Aquidauana | 24,2 m³/h | 149 m | 65 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- 50 a 100 m6 poços Formação Furnas 2 · Formação Aquidauana 1 · Coberturas Detrítico-Lateríticas 1
- 100 a 150 m8 poços Formação Aquidauana 3 · Formação Ponta Grossa 2 · Formação Furnas 2
- acima de 150 m12 poços Formação Ponta Grossa 7 · Formação Furnas 3 · Formação Aquidauana 2
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Pedra Preta?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Pedra Preta.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Pedra Preta
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.