Poços artesianos em Caraí - MG: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Caraí, Minas Gerais.

  • 44 poços cadastrados
  • média de 92,5 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 44 poços em Caraí, com profundidade média de 92,5 m (mediana de 84 m, variando de 64 m a 152 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Proterozoico Superior, presente em 88% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Caraí é 4,3 m mais raso que a média de Minas Gerais (96,8 m).

Números do cadastro em Caraí

Poços cadastrados em Caraí - MG
Poços no cadastro nacional44 poços
Profundidade média92,5 m 40 poços com o dado
Profundidade mediana84 m
Faixa de profundidade64 m a 152 m
Nível estático médio4,8 m 31 poços com o dado
Nível dinâmico médio45,5 m 31 poços com o dado
Vazão específica média0,3 m³/h por metro 30 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteProterozoico Superior 88% dos registros
Década com mais perfuraçõesanos 1990 22 poços
Poços com teste de vazão44 de 44
Distribuição das profundidades em Caraí 64 m mínimo 84 m mediana 152 m máximo
Metade dos poços fica entre 78 m e 100 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Caraí por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 34 · 85% 100-150 m 3 · 8% 150-200 m 3 · 8%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Caraí 3 1980 22 1990 12 2000 3 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 40 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Proterozoico Superior — 35 poços
  • Cambriano Indiviso — 5 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Caraí?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Caraí.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.