Poços artesianos em Brasília de Minas - MG: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Brasília de Minas, Minas Gerais.
- 160 poços cadastrados
- média de 97,8 m
- aquífero fissural
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 160 poços em Brasília de Minas, com profundidade média de 97,8 m (mediana de 100 m, variando de 22 m a 198 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Serra de Santa Helena, presente em 49% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Brasília de Minas é praticamente igual à média de Minas Gerais (96,8 m).
Números do cadastro em Brasília de Minas
| Poços no cadastro nacional | 160 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 97,8 m 132 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 100 m |
| Faixa de profundidade | 22 m a 198 m |
| Nível estático médio | 12,4 m 74 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 40,5 m 65 poços com o dado |
| Vazão específica média | 102,5 m³/h por metro 63 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 79% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Serra de Santa Helena 49% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico/animal 32 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1990 56 poços |
| Poços com teste de vazão | 160 de 160 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 95 poços
- Carstico — 25 poços
- Poroso — 1 poço
Formações geológicas atravessadas
- Formação Serra de Santa Helena — 61 poços
- Grupo Bambuí — 23 poços
- Subgrupo Paraopeba — 22 poços
- Formação Três Marias — 11 poços
- Coluvião — 4 poços
- Formação Lagoa do Jacare — 4 poços
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Brasília de Minas?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Brasília de Minas.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.