Amazonas · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Apuí - AM: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Apuí, Amazonas.
- aquífero fissural
- grupo tapajós
- 187poços cadastrados
- 21,7 mprofundidade média
- 12,3 mprofundidade mediana
- 11,4 mnível estático médio
Como são os poços em Apuí - AM?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 187 poços em Apuí - AM. A profundidade média é de 21,7 m e a mediana, 12,3 m, medida em 187 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 11,4 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Grupo Tapajós. No Censo 2022, 2.753 dos 5.789 domicílios do município — 47,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 187
- Profundidade média
- 21,7 m
- Profundidade mediana
- 12,3 m
- Nível estático médio
- 11,4 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Grupo Tapajós
- Ante a média do estado
- 48,9 m mais raso que a média de Amazonas (70,6 m)
- População (Censo 2022)
- 20.647 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 2.753 (47,6%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 187 poços em Apuí, com profundidade média de 21,7 m (mediana de 12,3 m, variando de 1 m a 120 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Tapajós, presente em 99% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Apuí é 48,9 m mais raso que a média de Amazonas (70,6 m).
Números do cadastro em Apuí
| Poços no cadastro nacional | 187 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 21,7 m 187 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 12,3 m |
| Faixa de profundidade | 1 m a 120 m |
| Nível estático médio | 11,4 m 166 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 47,6 m 9 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,9 m³/h por metro 9 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 98% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Tapajós 99% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 138 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1990 76 poços |
| Poços com teste de vazão | 187 de 187 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 184 poços
- Poroso — 3 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Tapajós — 186 poços
- Grupo Beneficente — 1 poço
O território e o subsolo de Apuí
Apuí tem 20.647 habitantes distribuídos em 54.240,5 km², o que dá 0,4 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Manicoré, na região intermediária de Lábrea.
No Censo 2022, 2.753 dos 5.789 domicílios de Apuí — 47,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 712 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 2.965 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
O Amazonas está sobre a Bacia do Amazonas, onde a Formação Alter do Chão forma um dos maiores reservatórios de água subterrânea do planeta. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Alter do Chão, aluviões. Arenito friável de alta produtividade. O projeto vive do revestimento e do pré-filtro; ferro dissolvido é o problema químico mais comum.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Apuí
Com base em 180 poços cadastrados num raio de 30 km de Apuí - AM, 80% deles foram concluídos entre 10 m e 71 m, com profundidade mediana de 12 m. A vazão mediana calculada é de 12,0 m³/h (metade dos poços entre 8,1 m³/h e 19,5 m³/h), sobre 9 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 10 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (98% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Apuí se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 180 poços no raio, contra 187 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 9 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Apuí: 61/100
Confiança: amostra média180 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 84peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 42peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 0peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 100peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 86peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Apuí costumam descer
- até 50 m 87%157
- 50 a 100 m 9%16
- 100 a 150 m 4%7
- acima de 150 m 0%0
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m157 poços Grupo Tapajós 156 · Grupo Beneficente 1
- 50 a 100 m16 poços Grupo Tapajós 16
- 100 a 150 m7 poços Grupo Tapajós 7
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Apuí?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Apuí.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Apuí
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Veja também: todos os municípios de Amazonas · panorama nacional do cadastro
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.