Amazonas · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em São Paulo de Olivença - AM: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para São Paulo de Olivença, Amazonas.

  • aquífero poroso
  • formação solimões
  • 12poços cadastrados
  • 30,8 mprofundidade média
  • 30 mprofundidade mediana
  • 3 mnível estático médio

Como são os poços em São Paulo de Olivença - AM?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 12 poços em São Paulo de Olivença - AM. A profundidade média é de 30,8 m e a mediana, 30 m, medida em 12 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 3 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Solimões. No Censo 2022, 435 dos 6.010 domicílios do município — 7,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
12
Profundidade média
30,8 m
Profundidade mediana
30 m
Nível estático médio
3 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Formação Solimões
Ante a média do estado
39,8 m mais raso que a média de Amazonas (70,6 m)
População (Censo 2022)
32.967 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
435 (7,2%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 12 poços em São Paulo de Olivença, com profundidade média de 30,8 m (mediana de 30 m, variando de 1 m a 80 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Solimões, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de São Paulo de Olivença é 39,8 m mais raso que a média de Amazonas (70,6 m).

Números do cadastro em São Paulo de Olivença

Poços cadastrados em São Paulo de Olivença - AM
Poços no cadastro nacional12 poços
Profundidade média30,8 m 12 poços com o dado
Profundidade mediana30 m
Faixa de profundidade1 m a 80 m
Nível estático médio3 m 5 poços com o dado
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Solimões 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento múltiplo 4 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 6 poços
Poços com teste de vazão12 de 12
Distribuição das profundidades em São Paulo de Olivença 1 m mínimo 30 m mediana 80 m máximo
Metade dos poços fica entre 2,1 m e 62 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de São Paulo de Olivença por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 9 · 75% 50-100 m 3 · 25%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em São Paulo de Olivença 1 1970 2 1980 3 1990 6 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de São Paulo de Olivença. Valores em poços. Abastecimento múltiplo 4 · 33% Abastecimento urbano 3 · 25% Sem uso 3 · 25% Abastecimento doméstico 2 · 17%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 12 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Solimões — 12 poços

O território e o subsolo de São Paulo de Olivença

São Paulo de Olivença tem 32.967 habitantes distribuídos em 19.658,5 km², o que dá 1,7 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Tabatinga, na região intermediária de Tefé.

No Censo 2022, 435 dos 6.010 domicílios de São Paulo de Olivença — 7,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 148 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 3.334 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

O Amazonas está sobre a Bacia do Amazonas, onde a Formação Alter do Chão forma um dos maiores reservatórios de água subterrânea do planeta. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Alter do Chão, aluviões. Arenito friável de alta produtividade. O projeto vive do revestimento e do pré-filtro; ferro dissolvido é o problema químico mais comum.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de São Paulo de Olivença

Com base em 10 poços cadastrados num raio de 30 km de São Paulo de Olivença - AM, 80% deles foram concluídos entre 1 m e 80 m, com profundidade mediana de 23 m. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).

São poucos poços cadastrados neste entorno (10 poços). Os números abaixo valem como indício da região, não como retrato do subsolo — e a diferença entre dois terrenos vizinhos, em aquífero fissural, pode ser maior que a diferença entre dois municípios.

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de São Paulo de Olivença se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 10 poços no raio, contra 12 poços dentro do município.

23 mprofundidade mediana
—vazão mediana calculada
1 mnível estático mediano
0,4poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 0 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de São Paulo de Olivença: 28/100

28 de 100

Confiança: amostra baixa10 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país sem dadopeso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 2peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 20peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 99peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si sem dadopeso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de São Paulo de Olivença costumam descer

  • até 50 m 80%8
  • 50 a 100 m 20%2
  • 100 a 150 m 0%0
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos São Paulo de Olivença?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em São Paulo de Olivença.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.