Alagoas · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Rio Largo - AL: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Rio Largo, Alagoas.
- aquífero poroso
- grupo barreiras
- 53poços cadastrados
- 68,4 mprofundidade média
- 70 mprofundidade mediana
- 34,9 mnível estático médio
Como são os poços em Rio Largo - AL?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 53 poços em Rio Largo - AL. A profundidade média é de 68,4 m e a mediana, 70 m, medida em 44 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 34,9 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Barreiras. No Censo 2022, 14.412 dos 31.230 domicílios do município — 46,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 53
- Profundidade média
- 68,4 m
- Profundidade mediana
- 70 m
- Nível estático médio
- 34,9 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Grupo Barreiras
- Ante a média do estado
- 5 m mais raso que a média de Alagoas (73,4 m)
- População (Censo 2022)
- 93.927 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 14.412 (46,2%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 53 poços em Rio Largo, com profundidade média de 68,4 m (mediana de 70 m, variando de 28,7 m a 102 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Barreiras, presente em 64% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Rio Largo é 5 m mais raso que a média de Alagoas (73,4 m).
Números do cadastro em Rio Largo
| Poços no cadastro nacional | 53 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 68,4 m 44 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 70 m |
| Faixa de profundidade | 28,7 m a 102 m |
| Nível estático médio | 34,9 m 36 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 44,1 m 34 poços com o dado |
| Vazão específica média | 3,5 m³/h por metro 34 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 73% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Barreiras 64% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 3 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1990 15 poços |
| Poços com teste de vazão | 53 de 53 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 8 poços
- Fissural — 3 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Barreiras — 7 poços
- Corpo Cristalino — 3 poços
- Coberturas Sedimentares Indiferenciadas — 1 poço
O território e o subsolo de Rio Largo
Rio Largo tem 93.927 habitantes distribuídos em 293,8 km², o que dá 319,7 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Maceió.
No Censo 2022, 14.412 dos 31.230 domicílios de Rio Largo — 46,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 13.790 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 8.641 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
Alagoas divide-se entre a Bacia Sergipe-Alagoas e os tabuleiros do Barreiras, no litoral, e o embasamento cristalino, no sertão. Os aquíferos com nome próprio do estado: Grupo Barreiras, Sistema Marituba, embasamento cristalino. No litoral, poço poroso previsível; no agreste e no sertão, poço fissural que depende de fratura — e, perto do mar, atenção à intrusão salina.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Rio Largo
Com base em 260 poços cadastrados num raio de 30 km de Rio Largo - AL, 80% deles foram concluídos entre 35 m e 96 m, com profundidade mediana de 75 m. A vazão mediana calculada é de 1,3 m³/h (metade dos poços entre 0,2 m³/h e 4,2 m³/h), sobre 109 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 48 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (77% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Rio Largo se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 260 poços no raio, contra 53 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 109 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Rio Largo: 25/100
Confiança: amostra alta260 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 2peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 52peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 32peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 70peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 3peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Rio Largo costumam descer
- até 50 m 22%40
- 50 a 100 m 73%135
- 100 a 150 m 6%11
- acima de 150 m 0%0
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Grupo Barreiras | 16,2 m³/h | 91 m | 1814 com teste |
| Corpo Cristalino | 3,5 m³/h | 60 m | 64 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m4 poços Grupo Barreiras 3 · Aluviões 1
- 50 a 100 m21 poços Grupo Barreiras 12 · Corpo Cristalino 6 · Formação Muribeca 1
- 100 a 150 m4 poços Grupo Barreiras 3 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Rio Largo?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Rio Largo.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Rio Largo
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Veja também: todos os municípios de Alagoas · panorama nacional do cadastro
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.