São Paulo · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Taquaritinga - SP: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Taquaritinga, São Paulo.
- aquífero fissural
- grupo bauru
- 77poços cadastrados
- 132,4 mprofundidade média
- 101 mprofundidade mediana
- 44,1 mnível estático médio
Como são os poços em Taquaritinga - SP?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 77 poços em Taquaritinga - SP. A profundidade média é de 132,4 m e a mediana, 101 m, medida em 72 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 44,1 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Grupo Bauru. No Censo 2022, 838 dos 19.812 domicílios do município — 4,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 77
- Profundidade média
- 132,4 m
- Profundidade mediana
- 101 m
- Nível estático médio
- 44,1 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Grupo Bauru
- Ante a média do estado
- 23,6 m mais raso que a média de São Paulo (156 m)
- População (Censo 2022)
- 52.260 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 838 (4,2%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 77 poços em Taquaritinga, com profundidade média de 132,4 m (mediana de 101 m, variando de 3,5 m a 658 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Bauru, presente em 48% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Taquaritinga é 23,6 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).
Números do cadastro em Taquaritinga
| Poços no cadastro nacional | 77 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 132,4 m 72 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 101 m |
| Faixa de profundidade | 3,5 m a 658 m |
| Nível estático médio | 44,1 m 42 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 79,8 m 41 poços com o dado |
| Vazão específica média | 1,4 m³/h por metro 41 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 53% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Bauru 48% dos registros |
| Uso mais comum | Irrigação 24 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 33 poços |
| Poços com teste de vazão | 77 de 77 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 25 poços
- Poroso — 22 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Bauru — 41 poços
- Formação Serra Geral — 35 poços
- Formação Botucatu — 6 poços
- Formação Piramboia — 1 poço
- Formação Corumbataí — 1 poço
- Formação Vale do Rio do Peixe — 1 poço
O território e o subsolo de Taquaritinga
Taquaritinga tem 52.260 habitantes distribuídos em 594,3 km², o que dá 87,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Araraquara.
No Censo 2022, 838 dos 19.812 domicílios de Taquaritinga — 4,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 697 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 773 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Taquaritinga, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.
São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Taquaritinga
Com base em 706 poços cadastrados num raio de 30 km de Taquaritinga - SP, 80% deles foram concluídos entre 51 m e 315 m, com profundidade mediana de 115 m. A vazão mediana calculada é de 14,8 m³/h (metade dos poços entre 7,4 m³/h e 28,1 m³/h), sobre 349 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 34 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (69% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Taquaritinga se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 706 poços no raio, contra 77 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 349 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Taquaritinga: 74/100
Confiança: amostra alta706 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 92peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 81peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 66peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 28peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 49peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Taquaritinga costumam descer
- até 50 m 10%63
- 50 a 100 m 30%188
- 100 a 150 m 32%202
- acima de 150 m 28%179
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Grupo Bauru | 16,0 m³/h | 117 m | 348263 com teste |
| Formação Serra Geral | 19,1 m³/h | 160 m | 4227 com teste |
| Formação Vale do Rio do Peixe | 6,2 m³/h | 90 m | 4040 com teste |
| Aluviões | 80,0 m³/h | 80 m | 31 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m18 poços Grupo Bauru 8 · Formação Vale do Rio do Peixe 8 · Aluviões 1
- 50 a 100 m131 poços Grupo Bauru 107 · Formação Vale do Rio do Peixe 15 · Formação Serra Geral 7
- 100 a 150 m153 poços Grupo Bauru 136 · Formação Serra Geral 12 · Formação Vale do Rio do Peixe 5
- acima de 150 m135 poços Grupo Bauru 97 · Formação Serra Geral 22 · Formação Vale do Rio do Peixe 12
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Taquaritinga?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Taquaritinga.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Taquaritinga
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.