São Paulo · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Ibirá - SP: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Ibirá, São Paulo.
- aquífero poroso
- grupo bauru
- 52poços cadastrados
- 105,7 mprofundidade média
- 72 mprofundidade mediana
- 17,4 mnível estático médio
Como são os poços em Ibirá - SP?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 52 poços em Ibirá - SP. A profundidade média é de 105,7 m e a mediana, 72 m, medida em 51 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 17,4 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Bauru. No Censo 2022, 291 dos 4.404 domicílios do município — 6,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 52
- Profundidade média
- 105,7 m
- Profundidade mediana
- 72 m
- Nível estático médio
- 17,4 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Grupo Bauru
- Ante a média do estado
- 50,3 m mais raso que a média de São Paulo (156 m)
- População (Censo 2022)
- 11.690 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 291 (6,6%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 52 poços em Ibirá, com profundidade média de 105,7 m (mediana de 72 m, variando de 20 m a 803 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Bauru, presente em 77% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Ibirá é 50,3 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).
Números do cadastro em Ibirá
| Poços no cadastro nacional | 52 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 105,7 m 51 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 72 m |
| Faixa de profundidade | 20 m a 803 m |
| Nível estático médio | 17,4 m 29 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 39,4 m 29 poços com o dado |
| Vazão específica média | 1,2 m³/h por metro 27 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 76% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Bauru 77% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 24 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1980 12 poços |
| Poços com teste de vazão | 52 de 52 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 28 poços
- Fissural — 9 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Bauru — 36 poços
- Formação Serra Geral — 10 poços
- Grupo São Bento — 1 poço
O território e o subsolo de Ibirá
Ibirá tem 11.690 habitantes distribuídos em 271,9 km², o que dá 43,0 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de São José do Rio Preto.
No Censo 2022, 291 dos 4.404 domicílios de Ibirá — 6,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 279 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 242 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Ibirá, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.
São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Ibirá
Com base em 754 poços cadastrados num raio de 30 km de Ibirá - SP, 80% deles foram concluídos entre 72 m e 151 m, com profundidade mediana de 98 m. A vazão mediana calculada é de 11,9 m³/h (metade dos poços entre 7,0 m³/h e 22,1 m³/h), sobre 440 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 29 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (93% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Ibirá se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 754 poços no raio, contra 52 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 440 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Ibirá: 75/100
Confiança: amostra alta754 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 84peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 84peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 68peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 51peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 61peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Ibirá costumam descer
- até 50 m 4%32
- 50 a 100 m 55%405
- 100 a 150 m 30%219
- acima de 150 m 10%75
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Grupo Bauru | 10,1 m³/h | 96 m | 500382 com teste |
| Formação Serra Geral | 11,4 m³/h | 90 m | 41 com teste |
| Corpo Cristalino | sem teste | 136 m | 3 |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m21 poços Grupo Bauru 21
- 50 a 100 m299 poços Grupo Bauru 296 · Formação Serra Geral 3
- 100 a 150 m138 poços Grupo Bauru 136 · Corpo Cristalino 2
- acima de 150 m50 poços Grupo Bauru 47 · Corpo Cristalino 1 · Formação Serra Geral 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Ibirá?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Ibirá.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Ibirá
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.