São Paulo · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Bananal - SP: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Bananal, São Paulo.

  • aquífero fissural
  • corpo cristalino
  • 6poços cadastrados
  • 83,1 mprofundidade média
  • 101,5 mprofundidade mediana

Como são os poços em Bananal - SP?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 6 poços em Bananal - SP. A profundidade média é de 83,1 m e a mediana, 101,5 m, medida em 4 poços com profundidade informada. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Corpo Cristalino. No Censo 2022, 87 dos 3.710 domicílios do município — 2,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
6
Profundidade média
83,1 m
Profundidade mediana
101,5 m
Aquífero predominante
Fissural
Rocha predominante
Corpo Cristalino
Ante a média do estado
72,9 m mais raso que a média de São Paulo (156 m)
População (Censo 2022)
9.969 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
87 (2,4%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Amostra pequena: 6 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 6 poços em Bananal, com profundidade média de 83,1 m (mediana de 101,5 m, variando de 49 m a 102 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Corpo Cristalino, presente em 100% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Bananal é 72,9 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).

Números do cadastro em Bananal

Poços cadastrados em Bananal - SP
Poços no cadastro nacional6 poços
Profundidade média83,1 m 4 poços com o dado
Profundidade mediana101,5 m
Faixa de profundidade49 m a 102 m
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteCorpo Cristalino 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento industrial 2 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 2 poços
Poços com teste de vazão6 de 6
Distribuição das profundidades em Bananal 49 m mínimo 101,5 m mediana 102 m máximo
Metade dos poços fica entre 80 m e 102 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Bananal por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 1 · 25% 50-100 m 1 · 25% 100-150 m 2 · 50%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Bananal 1 1980 2 2000 1 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Bananal. Valores em poços. Abastecimento industrial 2 · 40% Irrigação 1 · 20% Abastecimento urbano 1 · 20% Abastecimento doméstico 1 · 20%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 4 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Corpo Cristalino — 4 poços

O território e o subsolo de Bananal

Bananal tem 9.969 habitantes distribuídos em 616,4 km², o que dá 16,2 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Cruzeiro, na região intermediária de São José dos Campos.

No Censo 2022, 87 dos 3.710 domicílios de Bananal — 2,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 73 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 633 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Bananal, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.

São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.

Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.

O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Bananal

Com base em 142 poços cadastrados num raio de 30 km de Bananal - SP, 80% deles foram concluídos entre 48 m e 242 m, com profundidade mediana de 100 m. A vazão mediana calculada é de 8,0 m³/h (metade dos poços entre 3,9 m³/h e 18,1 m³/h), sobre 48 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 14 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (100% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Bananal se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 142 poços no raio, contra 6 poços dentro do município.

100 mprofundidade mediana
8,0 m³/hvazão mediana calculada
14 mnível estático mediano
5,0poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 48 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Bananal: 38/100

38 de 100

Confiança: amostra alta142 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 56peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 35peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 7peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 50peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 23peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Bananal costumam descer

  • até 50 m 13%8
  • 50 a 100 m 39%24
  • 100 a 150 m 21%13
  • acima de 150 m 27%17

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Bananal?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Bananal.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.