São Paulo · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Alambari - SP: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Alambari, São Paulo.
- aquífero poroso
- grupo tubarão
- 10poços cadastrados
- 96,8 mprofundidade média
- 100 mprofundidade mediana
- 24,2 mnível estático médio
Como são os poços em Alambari - SP?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 10 poços em Alambari - SP. A profundidade média é de 96,8 m e a mediana, 100 m, medida em 10 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 24,2 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Tubarão. No Censo 2022, 345 dos 2.139 domicílios do município — 16,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 10
- Profundidade média
- 96,8 m
- Profundidade mediana
- 100 m
- Nível estático médio
- 24,2 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Grupo Tubarão
- Ante a média do estado
- 59,2 m mais raso que a média de São Paulo (156 m)
- População (Censo 2022)
- 6.141 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 345 (16,1%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 10 poços em Alambari, com profundidade média de 96,8 m (mediana de 100 m, variando de 40,5 m a 180 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Tubarão, presente em 50% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Alambari é 59,2 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).
Números do cadastro em Alambari
| Poços no cadastro nacional | 10 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 96,8 m 10 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 100 m |
| Faixa de profundidade | 40,5 m a 180 m |
| Nível estático médio | 24,2 m 4 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 46,3 m 4 poços com o dado |
| Vazão específica média | 1 m³/h por metro 4 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Tubarão 50% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 4 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 8 poços |
| Poços com teste de vazão | 10 de 10 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 4 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Tubarão — 2 poços
- Grupo Itararé — 2 poços
O território e o subsolo de Alambari
Alambari tem 6.141 habitantes distribuídos em 159,6 km², o que dá 38,5 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Itapetininga, na região intermediária de Sorocaba.
No Censo 2022, 345 dos 2.139 domicílios de Alambari — 16,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 337 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 352 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Alambari
Com base em 292 poços cadastrados num raio de 30 km de Alambari - SP, 80% deles foram concluídos entre 80 m e 265 m, com profundidade mediana de 150 m. A vazão mediana calculada é de 10,2 m³/h (metade dos poços entre 4,2 m³/h e 20,2 m³/h), sobre 88 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 18 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (79% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Alambari se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 292 poços no raio, contra 10 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 88 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Alambari: 53/100
Confiança: amostra alta292 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 77peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 55peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 35peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 8peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 35peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Alambari costumam descer
- até 50 m 5%13
- 50 a 100 m 18%50
- 100 a 150 m 30%85
- acima de 150 m 47%133
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Grupo Tubarão | 10,7 m³/h | 168 m | 6440 com teste |
| Grupo Itararé | 13,2 m³/h | 177 m | 2418 com teste |
| Formação Tatuí | 7,7 m³/h | 150 m | 86 com teste |
| Corpo Cristalino | 6,4 m³/h | 110 m | 55 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- 50 a 100 m18 poços Grupo Tubarão 11 · Formação Tatuí 2 · Grupo Itararé 2
- 100 a 150 m30 poços Grupo Tubarão 15 · Grupo Itararé 6 · Formação Tatuí 3
- acima de 150 m57 poços Grupo Tubarão 38 · Grupo Itararé 16 · Formação Tatuí 3
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Alambari?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Alambari.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Municípios de São Paulo com profundidade parecida
Próximos na lista de São Paulo
Veja também: todos os municípios de São Paulo · panorama nacional do cadastro
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.