Sergipe · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Rosário do Catete - SE: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Rosário do Catete, Sergipe.

  • aquífero poroso
  • 40poços cadastrados
  • 43,7 mprofundidade média
  • 47 mprofundidade mediana
  • 7,7 mnível estático médio

Como são os poços em Rosário do Catete - SE?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 40 poços em Rosário do Catete - SE. A profundidade média é de 43,7 m e a mediana, 47 m, medida em 37 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 7,7 m. O aquífero predominante é poroso. No Censo 2022, 73 dos 3.148 domicílios do município — 2,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
40
Profundidade média
43,7 m
Profundidade mediana
47 m
Nível estático médio
7,7 m
Aquífero predominante
Poroso
Ante a média do estado
18,2 m mais raso que a média de Sergipe (61,9 m)
População (Censo 2022)
9.295 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
73 (2,3%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 40 poços em Rosário do Catete, com profundidade média de 43,7 m (mediana de 47 m, variando de 1,5 m a 105 m).

Comparado ao restante do estado, o poço de Rosário do Catete é 18,2 m mais raso que a média de Sergipe (61,9 m).

Números do cadastro em Rosário do Catete

Poços cadastrados em Rosário do Catete - SE
Poços no cadastro nacional40 poços
Profundidade média43,7 m 37 poços com o dado
Profundidade mediana47 m
Faixa de profundidade1,5 m a 105 m
Nível estático médio7,7 m 21 poços com o dado
Nível dinâmico médio14,7 m 15 poços com o dado
Vazão específica média2,8 m³/h por metro 7 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 94% dos registros
Uso mais comumAbastecimento doméstico 20 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 19 poços
Poços com teste de vazão40 de 40
Distribuição das profundidades em Rosário do Catete 1,5 m mínimo 47 m mediana 105 m máximo
Metade dos poços fica entre 31 m e 52 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Rosário do Catete por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 25 · 68% 50-100 m 11 · 30% 100-150 m 1 · 3%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Rosário do Catete 1 1960 4 1970 10 1980 1 1990 19 2000 4 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Rosário do Catete. Valores em poços. Abastecimento doméstico 20 · 91% Irrigação 1 · 5% Abastecimento múltiplo 1 · 5%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 32 poços
  • Carstico — 2 poços

O território e o subsolo de Rosário do Catete

Rosário do Catete tem 9.295 habitantes distribuídos em 102,7 km², o que dá 90,5 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Aracaju.

No Censo 2022, 73 dos 3.148 domicílios de Rosário do Catete — 2,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 52 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 186 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Rosário do Catete, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.

Sergipe divide-se entre a Bacia Sergipe-Alagoas, na faixa costeira, e o cristalino, no interior. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Marituba, Grupo Barreiras, embasamento cristalino. Poço poroso produtivo perto do litoral; fissural e sujeito a salinidade no sertão.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Rosário do Catete

Com base em 869 poços cadastrados num raio de 30 km de Rosário do Catete - SE, 80% deles foram concluídos entre 28 m e 102 m, com profundidade mediana de 58 m. A vazão mediana calculada é de 4,8 m³/h (metade dos poços entre 1,6 m³/h e 13,2 m³/h), sobre 265 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 7 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (87% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Rosário do Catete se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 869 poços no raio, contra 40 poços dentro do município.

58 mprofundidade mediana
4,8 m³/hvazão mediana calculada
7 mnível estático mediano
30,7poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 265 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Rosário do Catete: 43/100

43 de 100

Confiança: amostra alta869 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 29peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 87peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 27peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 82peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 6peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Rosário do Catete costumam descer

  • até 50 m 43%277
  • 50 a 100 m 46%297
  • 100 a 150 m 9%57
  • acima de 150 m 2%10

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quanto cada rocha entrega de água

Produtividade por formação geológica no raio de 30 km
FormaçãoVazão medianaProfundidade medianaPoços
Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 6,1 m³/h 60 m 153 com teste
Grupo Barreiras 3,5 m³/h 50 m 124 com teste
Formação Riachuelo 18,0 m³/h 41 m 63 com teste
Formação Cotinguiba 12,0 m³/h 60 m 54 com teste
Membro Angico 4,8 m³/h 100 m 33 com teste

A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • até 50 m19 poços Grupo Barreiras 7 · Formação Riachuelo 4 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 4
  • 50 a 100 m28 poços Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 10 · Formação Cotinguiba 5 · Grupo Barreiras 4

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Rosário do Catete?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Rosário do Catete.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.