Santa Catarina · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Laurentino - SC: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Laurentino, Santa Catarina.
- aquífero poroso
- grupo itararé
- 9poços cadastrados
- 100,7 mprofundidade média
- 100 mprofundidade mediana
- 11,1 mnível estático médio
Como são os poços em Laurentino - SC?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 9 poços em Laurentino - SC. A profundidade média é de 100,7 m e a mediana, 100 m, medida em 9 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 11,1 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Itararé. No Censo 2022, 334 dos 2.938 domicílios do município — 11,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 9
- Profundidade média
- 100,7 m
- Profundidade mediana
- 100 m
- Nível estático médio
- 11,1 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Grupo Itararé
- Ante a média do estado
- 21,6 m mais raso que a média de Santa Catarina (122,3 m)
- População (Censo 2022)
- 7.932 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 334 (11,4%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 9 poços em Laurentino, com profundidade média de 100,7 m (mediana de 100 m, variando de 30 m a 168 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Itararé, presente em 100% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Laurentino é 21,6 m mais raso que a média de Santa Catarina (122,3 m).
Números do cadastro em Laurentino
| Poços no cadastro nacional | 9 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 100,7 m 9 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 100 m |
| Faixa de profundidade | 30 m a 168 m |
| Nível estático médio | 11,1 m 7 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 61,5 m 7 poços com o dado |
| Vazão específica média | 1,1 m³/h por metro 7 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Itararé 100% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 3 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 5 poços |
| Poços com teste de vazão | 9 de 9 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 8 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Itararé — 8 poços
O território e o subsolo de Laurentino
Laurentino tem 7.932 habitantes distribuídos em 79,3 km², o que dá 100,0 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Rio do Sul, na região intermediária de Blumenau.
No Censo 2022, 334 dos 2.938 domicílios de Laurentino — 11,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 198 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 580 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
Santa Catarina tem basaltos da Serra Geral no oeste e no planalto, arenitos do Guarani e do Grupo Itararé, cristalino no leste e aquífero costeiro no litoral. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani, Grupo Itararé, aquífero costeiro. No oeste, poço em basalto dependente de fratura; no litoral, areia com risco de intrusão salina.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Laurentino
Com base em 143 poços cadastrados num raio de 30 km de Laurentino - SC, 80% deles foram concluídos entre 60 m e 166 m, com profundidade mediana de 110 m. A vazão mediana calculada é de 4,5 m³/h (metade dos poços entre 2,2 m³/h e 11,1 m³/h), sobre 87 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 7 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (79% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Laurentino se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 143 poços no raio, contra 9 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 87 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Laurentino: 28/100
Confiança: amostra alta143 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 27peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 36peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 25peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 32peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 15peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Laurentino costumam descer
- até 50 m 6%9
- 50 a 100 m 34%47
- 100 a 150 m 40%56
- acima de 150 m 20%28
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Formação Rio Bonito | 5,2 m³/h | 120 m | 4835 com teste |
| Formação Rio do Sul | 4,7 m³/h | 122 m | 2818 com teste |
| Grupo Itararé | 4,6 m³/h | 102 m | 2319 com teste |
| Formação Serra Geral | 2,3 m³/h | 69 m | 145 com teste |
| Complexo Granito-Gnáissico | 3,3 m³/h | 80 m | 94 com teste |
| Subgrupo Estrada Nova | 3,2 m³/h | 160 m | 55 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m9 poços Grupo Itararé 5 · Formação Serra Geral 2 · Complexo Granito-Gnáissico 1
- 50 a 100 m40 poços Formação Rio Bonito 13 · Formação Rio do Sul 9 · Formação Serra Geral 8
- 100 a 150 m51 poços Formação Rio Bonito 27 · Formação Rio do Sul 11 · Grupo Itararé 8
- acima de 150 m27 poços Formação Rio do Sul 8 · Formação Rio Bonito 7 · Grupo Itararé 4
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Laurentino?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Laurentino.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.