Rio Grande do Sul · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em São Paulo das Missões - RS: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para São Paulo das Missões, Rio Grande do Sul.
- aquífero fissural
- formação serra geral
- 5poços cadastrados
- 73 mprofundidade média
- 75 mprofundidade mediana
- 18,5 mnível estático médio
Como são os poços em São Paulo das Missões - RS?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 5 poços em São Paulo das Missões - RS. A profundidade média é de 73 m e a mediana, 75 m, medida em 5 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 18,5 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Formação Serra Geral. No Censo 2022, 109 dos 2.231 domicílios do município — 4,9% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 5
- Profundidade média
- 73 m
- Profundidade mediana
- 75 m
- Nível estático médio
- 18,5 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Formação Serra Geral
- Ante a média do estado
- 41,9 m mais raso que a média de Rio Grande do Sul (114,9 m)
- População (Censo 2022)
- 5.846 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 109 (4,9%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Amostra pequena: 5 poços no cadastro. Os números descrevem esses poços, e não necessariamente todo o município — o SIAGAS depende do envio do registro por quem perfura.
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 5 poços em São Paulo das Missões, com profundidade média de 73 m (mediana de 75 m, variando de 47 m a 100 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Serra Geral, presente em 100% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.
Comparado ao restante do estado, o poço de São Paulo das Missões é 41,9 m mais raso que a média de Rio Grande do Sul (114,9 m).
Números do cadastro em São Paulo das Missões
| Poços no cadastro nacional | 5 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 73 m 5 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 75 m |
| Faixa de profundidade | 47 m a 100 m |
| Nível estático médio | 18,5 m 4 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 20,5 m 4 poços com o dado |
| Vazão específica média | 5,7 m³/h por metro 4 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 100% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Serra Geral 100% dos registros |
| Década com mais perfurações | anos 2000 3 poços |
| Poços com teste de vazão | 5 de 5 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 5 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação Serra Geral — 5 poços
O território e o subsolo de São Paulo das Missões
São Paulo das Missões tem 5.846 habitantes distribuídos em 223,9 km², o que dá 26,1 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Cerro Largo, na região intermediária de Ijuí.
No Censo 2022, 109 dos 2.231 domicílios de São Paulo das Missões — 4,9% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 70 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 41 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de São Paulo das Missões, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.
O Rio Grande do Sul tem os basaltos da Serra Geral no norte, os arenitos do Guarani e das formações Rio Bonito e Botucatu no centro, o aquífero costeiro no litoral e o escudo ao sul. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Costeiro, Escudo Sul-rio-grandense. Em basalto a vazão depende de fratura e de contato de derrame; no litoral, areia inconsolidada exige filtro; no escudo, poço fissural.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de São Paulo das Missões
Com base em 149 poços cadastrados num raio de 30 km de São Paulo das Missões - RS, 80% deles foram concluídos entre 74 m e 246 m, com profundidade mediana de 145 m. A vazão mediana calculada é de 8,0 m³/h (metade dos poços entre 4,8 m³/h e 13,4 m³/h), sobre 102 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 25 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (100% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de São Paulo das Missões se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 149 poços no raio, contra 5 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 102 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de São Paulo das Missões: 51/100
Confiança: amostra alta149 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 56peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 36peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 60peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 9peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 78peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de São Paulo das Missões costumam descer
- até 50 m 1%2
- 50 a 100 m 28%42
- 100 a 150 m 30%44
- acima de 150 m 41%61
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- 50 a 100 m41 poços Formação Serra Geral 40 · Grupo Serra Grande 1
- 100 a 150 m39 poços Formação Serra Geral 39
- acima de 150 m55 poços Formação Serra Geral 55
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos São Paulo das Missões?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em São Paulo das Missões.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Municípios de Rio Grande do Sul com profundidade parecida
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.