Poços artesianos em Santana da Boa Vista - RS: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Santana da Boa Vista, Rio Grande do Sul.
- 18 poços cadastrados
- média de 122,7 m
- aquífero fissural
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 18 poços em Santana da Boa Vista, com profundidade média de 122,7 m (mediana de 132 m, variando de 60 m a 213 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Granito-Gnáissico, presente em 56% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Santana da Boa Vista é 7,8 m mais fundo que a média de Rio Grande do Sul (114,9 m).
Números do cadastro em Santana da Boa Vista
| Poços no cadastro nacional | 18 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 122,7 m 18 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 132 m |
| Faixa de profundidade | 60 m a 213 m |
| Nível estático médio | 9,2 m 12 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 44,6 m 10 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,1 m³/h por metro 9 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 57% dos registros |
| Rocha predominante | Complexo Granito-Gnáissico 56% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 5 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 5 poços |
| Poços com teste de vazão | 18 de 18 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 8 poços
- Poroso — 6 poços
Formações geológicas atravessadas
- Complexo Granito-Gnáissico — 9 poços
- Formação Sanga do Cabral — 3 poços
- Grupo Guaritas — 3 poços
- Xistos Bate-Pé-Tremedal — 1 poço
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Santana da Boa Vista?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Santana da Boa Vista.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.