Rondônia · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Urupá - RO: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Urupá, Rondônia.
- aquífero fissural
- corpo cristalino
- 27poços cadastrados
- 73,2 mprofundidade média
- 78 mprofundidade mediana
- 6 mnível estático médio
Como são os poços em Urupá - RO?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 27 poços em Urupá - RO. A profundidade média é de 73,2 m e a mediana, 78 m, medida em 23 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 6 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Corpo Cristalino. No Censo 2022, 2.512 dos 3.950 domicílios do município — 63,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 27
- Profundidade média
- 73,2 m
- Profundidade mediana
- 78 m
- Nível estático médio
- 6 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Corpo Cristalino
- Ante a média do estado
- 15,1 m mais fundo que a média de Rondônia (58,1 m)
- População (Censo 2022)
- 10.725 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 2.512 (63,6%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 27 poços em Urupá, com profundidade média de 73,2 m (mediana de 78 m, variando de 20 m a 105 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Corpo Cristalino, presente em 33% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Urupá é 15,1 m mais fundo que a média de Rondônia (58,1 m).
Números do cadastro em Urupá
| Poços no cadastro nacional | 27 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 73,2 m 23 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 78 m |
| Faixa de profundidade | 20 m a 105 m |
| Nível estático médio | 6 m 23 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 17,7 m 22 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,6 m³/h por metro 20 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 100% dos registros |
| Rocha predominante | Corpo Cristalino 33% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento industrial 7 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2010 7 poços |
| Poços com teste de vazão | 27 de 27 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 7 poços
Formações geológicas atravessadas
- Corpo Cristalino — 3 poços
- Complexo Jamari — 2 poços
- Complexo Xingu — 1 poço
- Complexo Gnáissico-Migmatítico — 1 poço
- Quaternário — 1 poço
- Coberturas Sedimentares Indiferenciadas — 1 poço
O território e o subsolo de Urupá
Urupá tem 10.725 habitantes distribuídos em 831,9 km², o que dá 12,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Ji-Paraná.
No Censo 2022, 2.512 dos 3.950 domicílios de Urupá — 63,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 921 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 2.394 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
Rondônia combina o cristalino do Cráton Amazônico com coberturas sedimentares e aluviões dos afluentes do Madeira. Os aquíferos com nome próprio do estado: embasamento cristalino, coberturas cenozoicas, aluviões. Manto de alteração espesso sobre rocha dura: o trecho superior desmorona e pede revestimento, e a produção vem da fratura abaixo.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Urupá
Com base em 71 poços cadastrados num raio de 30 km de Urupá - RO, 80% deles foram concluídos entre 11 m e 105 m, com profundidade mediana de 71 m. A vazão mediana calculada é de 3,0 m³/h (metade dos poços entre 2,1 m³/h e 5,0 m³/h), sobre 46 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 7 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (80% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Urupá se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 71 poços no raio, contra 27 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 46 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Urupá: 30/100
Confiança: amostra alta71 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 17peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 19peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 16peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 72peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 85peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Urupá costumam descer
- até 50 m 35%18
- 50 a 100 m 52%27
- 100 a 150 m 13%7
- acima de 150 m 0%0
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Quaternário | 3,0 m³/h | 79 m | 65 com teste |
| Complexo Xingu | 6,0 m³/h | 110 m | 44 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m3 poços Quaternário 2 · Corpo Cristalino 1
- 50 a 100 m8 poços Quaternário 3 · Complexo Xingu 2 · Complexo Jamari 2
- 100 a 150 m4 poços Complexo Xingu 2 · Complexo Gnáissico-Migmatítico 1 · Quaternário 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Urupá?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Urupá.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Urupá
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Veja também: todos os municípios de Rondônia · panorama nacional do cadastro
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.