Poços artesianos em Montanhas - RN: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Montanhas, Rio Grande do Norte.

  • 5 poços cadastrados
  • média de 65,2 m

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 5 poços em Montanhas, com profundidade média de 65,2 m (mediana de 70 m, variando de 48 m a 80 m). São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Montanhas é 22,2 m mais raso que a média de Rio Grande do Norte (87,4 m).

Números do cadastro em Montanhas

Poços cadastrados em Montanhas - RN
Poços no cadastro nacional5 poços
Profundidade média65,2 m 5 poços com o dado
Profundidade mediana70 m
Faixa de profundidade48 m a 80 m
Nível estático médio12,2 m 2 poços com o dado
Nível dinâmico médio36 m 1 poço com o dado
Vazão específica média0 m³/h por metro 1 poço com teste
Uso mais comumAbastecimento doméstico 2 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 4 poços
Poços com teste de vazão5 de 5
Distribuição das profundidades em Montanhas 48 m mínimo 70 m mediana 80 m máximo
Metade dos poços fica entre 48 m e 80 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Montanhas por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 2 · 40% 50-100 m 3 · 60%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Montanhas 1 1960 4 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Montanhas. Valores em poços. Abastecimento doméstico 2 · 67% Abastecimento doméstico/animal 1 · 33%
Uso declarado da água

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Montanhas?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Montanhas.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.