Rio de Janeiro · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Itaboraí - RJ: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Itaboraí, Rio de Janeiro.
- 58poços cadastrados
- 108,4 mprofundidade média
- 92 mprofundidade mediana
- 7,5 mnível estático médio
Como são os poços em Itaboraí - RJ?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 58 poços em Itaboraí - RJ. A profundidade média é de 108,4 m e a mediana, 92 m, medida em 46 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 7,5 m. No Censo 2022, 60.071 dos 86.584 domicílios do município — 69,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 58
- Profundidade média
- 108,4 m
- Profundidade mediana
- 92 m
- Nível estático médio
- 7,5 m
- Ante a média do estado
- 23 m mais fundo que a média de Rio de Janeiro (85,4 m)
- População (Censo 2022)
- 224.267 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 60.071 (69,4%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 58 poços em Itaboraí, com profundidade média de 108,4 m (mediana de 92 m, variando de 6,5 m a 312 m).
Comparado ao restante do estado, o poço de Itaboraí é 23 m mais fundo que a média de Rio de Janeiro (85,4 m).
Números do cadastro em Itaboraí
| Poços no cadastro nacional | 58 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 108,4 m 46 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 92 m |
| Faixa de profundidade | 6,5 m a 312 m |
| Nível estático médio | 7,5 m 45 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 60,2 m 40 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,9 m³/h por metro 22 poços com teste |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 30 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2010 45 poços |
| Poços com teste de vazão | 58 de 58 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
O território e o subsolo de Itaboraí
Itaboraí tem 224.267 habitantes distribuídos em 430,0 km², o que dá 521,6 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Rio de Janeiro.
No Censo 2022, 60.071 dos 86.584 domicílios de Itaboraí — 69,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 46.398 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 56.114 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
O Rio de Janeiro tem cristalino nas serras e sedimentos cenozoicos nas baixadas e nas planícies costeiras. Os aquíferos com nome próprio do estado: aluviões das baixadas, Grupo Barreiras, embasamento cristalino. Nas baixadas, poço raso e poroso, com risco de salinização perto do mar; nas serras, poço de fratura.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Itaboraí
Com base em 200 poços cadastrados num raio de 30 km de Itaboraí - RJ, 80% deles foram concluídos entre 8 m e 151 m, com profundidade mediana de 75 m. A vazão mediana calculada é de 3,6 m³/h (metade dos poços entre 1,9 m³/h e 6,6 m³/h), sobre 106 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 5 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (100% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Itaboraí se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 200 poços no raio, contra 58 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 106 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Itaboraí: 33/100
Confiança: amostra alta200 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 21peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 45peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 16peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 70peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 57peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Itaboraí costumam descer
- até 50 m 28%45
- 50 a 100 m 51%80
- 100 a 150 m 11%17
- acima de 150 m 10%16
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Itaboraí?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Itaboraí.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Itaboraí
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.