Paraná · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Coronel Vivida - PR: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Coronel Vivida, Paraná.
- aquífero poroso
- formação serra geral
- 33poços cadastrados
- 157 mprofundidade média
- 150 mprofundidade mediana
- 26 mnível estático médio
Como são os poços em Coronel Vivida - PR?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 33 poços em Coronel Vivida - PR. A profundidade média é de 157 m e a mediana, 150 m, medida em 28 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 26 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Serra Geral. No Censo 2022, 1.154 dos 8.594 domicílios do município — 13,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 33
- Profundidade média
- 157 m
- Profundidade mediana
- 150 m
- Nível estático médio
- 26 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Formação Serra Geral
- Ante a média do estado
- 17,1 m mais fundo que a média de Paraná (139,9 m)
- População (Censo 2022)
- 23.331 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 1.154 (13,4%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 33 poços em Coronel Vivida, com profundidade média de 157 m (mediana de 150 m, variando de 45 m a 450 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Serra Geral, presente em 100% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Coronel Vivida é 17,1 m mais fundo que a média de Paraná (139,9 m).
Números do cadastro em Coronel Vivida
| Poços no cadastro nacional | 33 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 157 m 28 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 150 m |
| Faixa de profundidade | 45 m a 450 m |
| Nível estático médio | 26 m 20 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 87,4 m 21 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,9 m³/h por metro 12 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 50% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Serra Geral 100% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento urbano 4 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1990 11 poços |
| Poços com teste de vazão | 33 de 33 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 10 poços
- Fissural — 10 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação Serra Geral — 20 poços
O território e o subsolo de Coronel Vivida
Coronel Vivida tem 23.331 habitantes distribuídos em 684,4 km², o que dá 34,1 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Pato Branco, na região intermediária de Cascavel.
No Censo 2022, 1.154 dos 8.594 domicílios de Coronel Vivida — 13,4% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 947 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 1.637 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
O Paraná é dominado pelos basaltos da Serra Geral e pelos arenitos da Bacia do Paraná, com cristalino e carbonatos do Grupo Açungui no leste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani, Grupo Itararé, Grupo Açungui (cárstico de Curitiba). Em basalto o poço depende de pegar contato entre derrames; no karst da região de Curitiba, o comportamento é de conduto, com poços muito desiguais entre si.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Coronel Vivida
Com base em 208 poços cadastrados num raio de 30 km de Coronel Vivida - PR, 80% deles foram concluídos entre 72 m e 294 m, com profundidade mediana de 130 m. A vazão mediana calculada é de 5,9 m³/h (metade dos poços entre 3,5 m³/h e 15,0 m³/h), sobre 66 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 15 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (59% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Coronel Vivida se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 208 poços no raio, contra 33 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 66 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Coronel Vivida: 39/100
Confiança: amostra alta208 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 37peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 46peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 59peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 15peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 16peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Coronel Vivida costumam descer
- até 50 m 2%3
- 50 a 100 m 29%35
- 100 a 150 m 39%47
- acima de 150 m 30%37
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Formação Serra Geral | 6,0 m³/h | 130 m | 7515 com teste |
| Grupo Itararé | sem teste | 94 m | 6 |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- 50 a 100 m21 poços Formação Serra Geral 18 · Grupo Itararé 3
- 100 a 150 m26 poços Formação Serra Geral 25 · Grupo Itararé 1
- acima de 150 m19 poços Formação Serra Geral 19
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Coronel Vivida?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Coronel Vivida.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Coronel Vivida
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.