Paraíba · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Santana de Mangueira - PB: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Santana de Mangueira, Paraíba.

  • 18poços cadastrados
  • 47,4 mprofundidade média
  • 50 mprofundidade mediana
  • 6,7 mnível estático médio

Como são os poços em Santana de Mangueira - PB?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 18 poços em Santana de Mangueira - PB. A profundidade média é de 47,4 m e a mediana, 50 m, medida em 18 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 6,7 m. No Censo 2022, 543 dos 1.616 domicílios do município — 33,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
18
Profundidade média
47,4 m
Profundidade mediana
50 m
Nível estático médio
6,7 m
Ante a média do estado
praticamente igual à média de Paraíba (46,4 m)
População (Censo 2022)
5.010 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
543 (33,6%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 18 poços em Santana de Mangueira, com profundidade média de 47,4 m (mediana de 50 m, variando de 30 m a 62 m).

Comparado ao restante do estado, o poço de Santana de Mangueira é praticamente igual à média de Paraíba (46,4 m).

Números do cadastro em Santana de Mangueira

Poços cadastrados em Santana de Mangueira - PB
Poços no cadastro nacional18 poços
Profundidade média47,4 m 18 poços com o dado
Profundidade mediana50 m
Faixa de profundidade30 m a 62 m
Nível estático médio6,7 m 10 poços com o dado
Nível dinâmico médio17,9 m 7 poços com o dado
Vazão específica média0,4 m³/h por metro 7 poços com teste
Uso mais comumAbastecimento doméstico 6 poços
Década com mais perfuraçõesanos 1990 6 poços
Poços com teste de vazão18 de 18
Distribuição das profundidades em Santana de Mangueira 30 m mínimo 50 m mediana 62 m máximo
Metade dos poços fica entre 40 m e 50 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Santana de Mangueira por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 14 · 78% 50-100 m 4 · 22%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Santana de Mangueira 3 1960 2 1970 5 1980 6 1990 2 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Santana de Mangueira. Valores em poços. Abastecimento doméstico 6 · 67% Abastecimento doméstico/animal 3 · 33%
Uso declarado da água

O território e o subsolo de Santana de Mangueira

Santana de Mangueira tem 5.010 habitantes distribuídos em 405,2 km², o que dá 12,4 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Itaporanga, na região intermediária de Patos.

No Censo 2022, 543 dos 1.616 domicílios de Santana de Mangueira — 33,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 343 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 802 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

A Paraíba é majoritariamente cristalina, com as bacias do Rio do Peixe e da Paraíba e a faixa costeira sedimentar. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Beberibe, Bacia do Rio do Peixe, aluviões, embasamento cristalino. No sertão cristalino, vazão baixa e água frequentemente salobra; no litoral, aquíferos porosos de boa produtividade.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Santana de Mangueira

Com base em 584 poços cadastrados num raio de 30 km de Santana de Mangueira - PB, 80% deles foram concluídos entre 30 m e 55 m, com profundidade mediana de 50 m. A vazão mediana calculada é de 1,9 m³/h (metade dos poços entre 1,0 m³/h e 3,0 m³/h), sobre 173 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 5 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (100% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Santana de Mangueira se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 584 poços no raio, contra 18 poços dentro do município.

50 mprofundidade mediana
1,9 m³/hvazão mediana calculada
5 mnível estático mediano
20,7poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 173 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Santana de Mangueira: 36/100

36 de 100

Confiança: amostra alta584 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 7peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 76peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 3peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 90peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 79peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Santana de Mangueira costumam descer

  • até 50 m 83%374
  • 50 a 100 m 17%75
  • 100 a 150 m 0%2
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • até 50 m14 poços Corpo Cristalino 12 · Pré-Cambriano Indiviso 1 · Grupo Barreiras 1
  • 50 a 100 m13 poços Corpo Cristalino 13

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Santana de Mangueira?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Santana de Mangueira.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.