Poços artesianos em Rio Tinto - PB: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Rio Tinto, Paraíba.

  • 83 poços cadastrados
  • média de 53 m
  • aquífero poroso

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 83 poços em Rio Tinto, com profundidade média de 53 m (mediana de 40 m, variando de 10,4 m a 135 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Barreiras, presente em 75% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Rio Tinto é 6,6 m mais fundo que a média de Paraíba (46,4 m).

Números do cadastro em Rio Tinto

Poços cadastrados em Rio Tinto - PB
Poços no cadastro nacional83 poços
Profundidade média53 m 75 poços com o dado
Profundidade mediana40 m
Faixa de profundidade10,4 m a 135 m
Nível estático médio7,5 m 37 poços com o dado
Nível dinâmico médio23,6 m 26 poços com o dado
Vazão específica média1,2 m³/h por metro 25 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 88% dos registros
Rocha predominanteGrupo Barreiras 75% dos registros
Uso mais comumAbastecimento múltiplo 5 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 31 poços
Poços com teste de vazão83 de 83
Distribuição das profundidades em Rio Tinto 10,4 m mínimo 40 m mediana 135 m máximo
Metade dos poços fica entre 20 m e 100 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Rio Tinto por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 49 · 65% 50-100 m 10 · 13% 100-150 m 16 · 21%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Rio Tinto 1 1960 4 1970 17 1980 13 1990 31 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Rio Tinto. Valores em poços. Abastecimento múltiplo 5 · 71% Abastecimento doméstico/irrig. 1 · 14% Abastecimento urbano 1 · 14%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 7 poços
  • Fissural — 1 poço

Formações geológicas atravessadas

  • Grupo Barreiras — 6 poços
  • Aluviões — 1 poço
  • Corpo Cristalino — 1 poço

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Rio Tinto?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Rio Tinto.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.