Pará · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Aurora do Pará - PA: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Aurora do Pará, Pará.
- aquífero poroso
- formação ipixuna
- 52poços cadastrados
- 72,9 mprofundidade média
- 60 mprofundidade mediana
- 14,3 mnível estático médio
Como são os poços em Aurora do Pará - PA?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 52 poços em Aurora do Pará - PA. A profundidade média é de 72,9 m e a mediana, 60 m, medida em 50 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 14,3 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Ipixuna. No Censo 2022, 2.011 dos 6.652 domicílios do município — 30,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 52
- Profundidade média
- 72,9 m
- Profundidade mediana
- 60 m
- Nível estático médio
- 14,3 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Formação Ipixuna
- Ante a média do estado
- 5,2 m mais fundo que a média de Pará (67,7 m)
- População (Censo 2022)
- 23.774 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 2.011 (30,2%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 52 poços em Aurora do Pará, com profundidade média de 72,9 m (mediana de 60 m, variando de 15 m a 205 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Ipixuna, presente em 73% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Aurora do Pará é 5,2 m mais fundo que a média de Pará (67,7 m).
Números do cadastro em Aurora do Pará
| Poços no cadastro nacional | 52 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 72,9 m 50 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 60 m |
| Faixa de profundidade | 15 m a 205 m |
| Nível estático médio | 14,3 m 41 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 25 m 36 poços com o dado |
| Vazão específica média | 2,3 m³/h por metro 34 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Ipixuna 73% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 17 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 31 poços |
| Poços com teste de vazão | 52 de 52 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 34 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação Ipixuna — 29 poços
- Formação Pirabas — 8 poços
- Grupo Barreiras — 2 poços
- Aluviões — 1 poço
O território e o subsolo de Aurora do Pará
Aurora do Pará tem 23.774 habitantes distribuídos em 1.811,8 km², o que dá 13,1 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Paragominas, na região intermediária de Castanhal.
No Censo 2022, 2.011 dos 6.652 domicílios de Aurora do Pará — 30,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 1.174 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 2.122 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
O Pará divide-se entre as bacias do Amazonas e do Marajó, com Alter do Chão e Barreiras, e o cristalino do Cráton Amazônico ao sul. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Alter do Chão, Grupo Barreiras, embasamento cristalino. Poço poroso e produtivo na maior parte da área povoada; ao sul, fissural. Ferro e manganês são a queixa química mais comum.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Aurora do Pará
Com base em 128 poços cadastrados num raio de 30 km de Aurora do Pará - PA, 80% deles foram concluídos entre 18 m e 160 m, com profundidade mediana de 60 m. A vazão mediana calculada é de 10,0 m³/h (metade dos poços entre 5,0 m³/h e 24,0 m³/h), sobre 65 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 12 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Aurora do Pará se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 128 poços no raio, contra 52 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 65 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Aurora do Pará: 60/100
Confiança: amostra alta128 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 74peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 33peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 67peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 82peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 17peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Aurora do Pará costumam descer
- até 50 m 40%48
- 50 a 100 m 45%54
- 100 a 150 m 2%3
- acima de 150 m 13%16
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Formação Ipixuna | 9,0 m³/h | 56 m | 3429 com teste |
| Formação Pirabas | 24,0 m³/h | 90 m | 1811 com teste |
| Grupo Barreiras | 7,5 m³/h | 23 m | 1611 com teste |
| Formação Itapecuru | 43,2 m³/h | 84 m | 42 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m34 poços Formação Ipixuna 15 · Grupo Barreiras 12 · Formação Pirabas 5
- 50 a 100 m29 poços Formação Ipixuna 18 · Formação Pirabas 5 · Grupo Barreiras 3
- acima de 150 m11 poços Formação Pirabas 7 · Grupo Barreiras 1 · Formação Ipixuna 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Aurora do Pará?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Aurora do Pará.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Aurora do Pará
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.