Mato Grosso do Sul · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Batayporã - MS: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Batayporã, Mato Grosso do Sul.
- aquífero poroso
- grupo caiuá
- 25poços cadastrados
- 110,8 mprofundidade média
- 115 mprofundidade mediana
- 20,6 mnível estático médio
Como são os poços em Batayporã - MS?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 25 poços em Batayporã - MS. A profundidade média é de 110,8 m e a mediana, 115 m, medida em 25 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 20,6 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Grupo Caiuá. No Censo 2022, 740 dos 3.868 domicílios do município — 19,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 25
- Profundidade média
- 110,8 m
- Profundidade mediana
- 115 m
- Nível estático médio
- 20,6 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Grupo Caiuá
- Ante a média do estado
- 32,2 m mais raso que a média de Mato Grosso do Sul (143 m)
- População (Censo 2022)
- 10.712 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 740 (19,1%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 25 poços em Batayporã, com profundidade média de 110,8 m (mediana de 115 m, variando de 50 m a 150 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Caiuá, presente em 92% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Batayporã é 32,2 m mais raso que a média de Mato Grosso do Sul (143 m).
Números do cadastro em Batayporã
| Poços no cadastro nacional | 25 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 110,8 m 25 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 115 m |
| Faixa de profundidade | 50 m a 150 m |
| Nível estático médio | 20,6 m 24 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 41,9 m 24 poços com o dado |
| Vazão específica média | 2,5 m³/h por metro 20 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Caiuá 92% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento industrial 9 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1980 6 poços |
| Poços com teste de vazão | 25 de 25 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 19 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Caiuá — 11 poços
- Coberturas Sedimentares Indiferenciadas — 1 poço
O território e o subsolo de Batayporã
Batayporã tem 10.712 habitantes distribuídos em 1.826,6 km², o que dá 5,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Nova Andradina, na região intermediária de Dourados.
No Censo 2022, 740 dos 3.868 domicílios de Batayporã — 19,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 694 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 570 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
Mato Grosso do Sul está sobre a Bacia do Paraná: arenitos do Guarani e do Bauru, com os basaltos da Serra Geral por cima em boa parte do estado. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Grupo Bauru, Formação Serra Geral. Onde o basalto cobre o Guarani, chegar ao arenito custa dezenas ou centenas de metros de rocha dura — e entrega um poço de vazão alta e água de ótima qualidade.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Batayporã
Com base em 86 poços cadastrados num raio de 30 km de Batayporã - MS, 80% deles foram concluídos entre 74 m e 150 m, com profundidade mediana de 120 m. A vazão mediana calculada é de 36,0 m³/h (metade dos poços entre 12,6 m³/h e 56,4 m³/h), sobre 74 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 18 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (90% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Batayporã se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 86 poços no raio, contra 25 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 74 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Batayporã: 69/100
Confiança: amostra alta86 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 99peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 24peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 79peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 25peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 66peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Batayporã costumam descer
- até 50 m 2%2
- 50 a 100 m 32%27
- 100 a 150 m 58%49
- acima de 150 m 8%7
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Grupo Caiuá | 36,0 m³/h | 112 m | 2623 com teste |
| Formação Santo Anastácio | 60,0 m³/h | 150 m | 1513 com teste |
| Formação Serra Geral | 8,9 m³/h | 102 m | 64 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- 50 a 100 m14 poços Grupo Caiuá 9 · Formação Serra Geral 3 · Grupo Bauru 2
- 100 a 150 m32 poços Grupo Caiuá 15 · Formação Santo Anastácio 12 · Formação Serra Geral 3
- acima de 150 m5 poços Formação Santo Anastácio 3 · Grupo Caiuá 2
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Batayporã?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Batayporã.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Batayporã
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
Municípios de Mato Grosso do Sul com profundidade parecida
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.