Poços artesianos em São Gonçalo do Pará - MG: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para São Gonçalo do Pará, Minas Gerais.

  • 15 poços cadastrados
  • média de 115 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 15 poços em São Gonçalo do Pará, com profundidade média de 115 m (mediana de 102 m, variando de 71 m a 204 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Divinópolis, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de São Gonçalo do Pará é 18,2 m mais fundo que a média de Minas Gerais (96,8 m).

Números do cadastro em São Gonçalo do Pará

Poços cadastrados em São Gonçalo do Pará - MG
Poços no cadastro nacional15 poços
Profundidade média115 m 9 poços com o dado
Profundidade mediana102 m
Faixa de profundidade71 m a 204 m
Nível estático médio2,9 m 5 poços com o dado
Nível dinâmico médio44,2 m 7 poços com o dado
Vazão específica média0,9 m³/h por metro 7 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteComplexo Divinópolis 100% dos registros
Uso mais comumOutros (lazer,etc.) 3 poços
Década com mais perfuraçõesanos 1990 3 poços
Poços com teste de vazão15 de 15
Distribuição das profundidades em São Gonçalo do Pará 71 m mínimo 102 m mediana 204 m máximo
Metade dos poços fica entre 100 m e 138 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de São Gonçalo do Pará por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 4 · 44% 100-150 m 4 · 44% acima de 200 m 1 · 11%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em São Gonçalo do Pará 1 1980 3 1990 2 2000 3 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de São Gonçalo do Pará. Valores em poços. Outros (lazer,etc.) 3 · 50% Abastecimento doméstico 2 · 33% Pecuária 1 · 17%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 7 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Complexo Divinópolis — 7 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos São Gonçalo do Pará?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em São Gonçalo do Pará.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.